Mostrando postagens com marcador CATEQUESE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CATEQUESE. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Blogs excelentes para Catequistas

https://www.xn--catequesecomcrianas-myb.com/

https://paozinhodoceumaria.blogspot.com/

SEMEANDO CATEQUESE - https://semeandocatequese.wordpress.com

CATEQUESE NA NET - https://www.catequesenanet.com.br

quinta-feira, 24 de julho de 2014

AGOSTO, MÊS DAS VOCAÇÕES 2



Falamos e ouvimos muito sobre vocação. 
Quando dizemos que alguém tem vocação, afinal o que queremos dizer? 
A palavra vocação vem do verbo no latim "vocare"(chama?). 

Assim vocação significa chamado.
É, pois, um chamado de Deus. 
Se há alguém que chama, deve haver outro que escuta e responde.

A vida de todo ser humano é um dom de Deus."Somos obra de Deus, criados em Cristo Jesus" (Ef 2,10). Existimos, vivemos, pensamos, amamos, nos alegramos, sofremos, nos relacionamos, conquistamos nossa liberdade diante do mundo que nos cerca e diante de nós mesmos. Não somos uma existência lançada ao absurdo. Somos criaturas de Deus.Não existe homem que não seja convidado ou chamado por Deus a viver na liberdade, que possa conviver, servir a Deus através do relacionamento fraternal com os outros.

Você é uma vocação. 

Você é um chamado.
Encontramos na Bíblia muitos chamados feitos por Deus: Abraão, Moisés, os profetas... Em todas as escolhas, encontramos:Deus chama diretamente, pela mediação de fatos e acontecimentos, ou pelas pessoas. Deus toma a Iniciativa de chamar.

Escolhe livremente e permite total liberdade de resposta.Deus chama em vista de uma missão de serviço ao povo.Vocação é o encontro de duas liberdades:a de Deus que chama e a do Homem que responde!
Podemos fazer uma distinção entre os chamados: vocação à existência, vocação humana, vocação cristã e vocação específica, uma sobrepondo-se à outra.


Vocação à existência -À vida.Foi o primeiro momento forte em que Deus manifestou todo o seu amor a cada um de nós. Deus nos amou e nos quis
participantes de seu projeto de criação como coordenadores responsáveis por tudo o que existe. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus. A vida é a grande vocação. Deus chama para a vida, e Jesus afirma que veio para que todos a tenham em abundância. (Jo 10,10) 

Vocação humana - Ser gente, ser pessoa-Foi nos dada a condição da "liberdade dos filhos de Deus", inteligência e vontade. Estabelecemos uma comunhão com o Criador e, nessa atitude dialogai, somos pessoas. A pessoa aprende a conviver, a dialogar, enfim, a se relacionar. Todos têm direitos e deveres recíprocos. Infelizmente, a obra-prima do Criador anda muito desprezada: enquanto uns têm condições e oportunidades, outros vivem na miséria, sem condições básicas para ressaltar a dignidade com que foram constituídos. No mundo da exclusão acontece a "desumanização"'e pode-se perder a condição de pessoa humana.

Vocação cristã - Vocação de filho, de batizado

Todo batizado recebeu a graça de fazer parte do povo eleito por Deus, de sua Igreja. Através da vocação cristã, somos chamados à santidade, vocação à perfeição, recebendo a mesma fé pela justiça de Deus. 

Fomos, portanto, eleitos e chamados pessoalmente por Cristo para ser, como cristãos, testemunhas e seguidores do Mestre Jesus. Chamados â fé pelo batismo, a pessoa humana foi qualificada de outra forma. Assim todos fazem parte do "reino de sacerdotes, profetas e reis".(1 Pd 2,9)
Toda pessoa batizada tornou-se um seguidor de Cristo, 


participante de uma comunidade de fé que pode ser chamada para participar da obra de Deus, como membro de sua Igreja, seguindo caminhos diferentes: Vocação laical 
(no matrimônio /no celibato / solteiro - apóstolo)
Assim todo cristão solteiro ou casado, batizado em Cristo, tornando-' se membro da sua Igreja, é convocado a ser apóstolo, anunciador do  Reino de Deus, exercendo funções temporais.


O leigo vive na secularidade e exerce sua missão insubstituível nos ofícios e trabalhos deste mundo. O Concilio Vaticano II sublinhou que a vocação e a missão do leigo "contribuem para a santificação do mundo, como fermento na \ massa'. (LG31) 
Vocação ao ministério ordenado (diácono, padre e bispo)
É uma vocação de carisma particular, é graça, mas passa pela mediação da Igreja particular, pois as vocações são destinadas à Igreja. Acontece num acompanhamento sistemático, amadurecendo as motivações reais da opção. 
O ministro ordenado preside e coordena os serviços da comunidade. Por intermédio dos sacramentos, celebra a presença de Deus no meio do seu povo. O presbítero é enviado a pastorear e animar a comunidade. Ele é o bom pastor que guia, alimenta, defende e conhece as ovelhas. "Isto exige humanidade, caráter íntegro e maduro, virtudes morais sólidas e personalidade madura". (OT 11) 
Vocação à vida consagrada (ser irmão religioso ou irmã religiosa / vida ativa ou contemplativa)
O religioso é chamado a testemunhar Cristo de uma maneira radical, vivendo uma consagração total nos votos de pobreza, castidade e obediência. Com a pobreza, vivem mais livres dos bens temporais, tornando-se disponíveis para Deus, para a Igreja e para os irmãos. Com a castidade, vivem o amor sem exclusividade, sendo sinal do mundo futuro que há de vir. 
Com a obediência, imitam a Cristo obediente e fiel à vontade do Pai. (Textos bíblicos:Mateus 25,14-30; João 14, 5 - 7.(Leia estes textos com calma, um de cada vez, procurando trazê-los para a sua vida). 
Precisamos distinguir bem vocação de profissão, 
pois não são exatamente a mesma coisa. 
Observe a distinção entre uma e outra:
Profissão 
  1. aptidão ou escolha pessoal para exercer um trabalho
  2. preocupação principal: o "ter", o sustento da vida
  3. é exercida em determinadas horas
  4. pode ser trocada
  5. tem aposentadoria
  6. tem remuneração
  7. quando não é exercida, falta o necessário para viver 
  8.  na profissão eu "faço". 
A profissão dignifica a pessoa quando é exercida com amor, espírito de serviço e responsabilidade. 
Vocação


1-chamado de Deus para uma missão, 
que se origina na pessoa como reação-aspiração do ser
2. preocupação exclusiva: "o ser" , o amor e o serviço
3. é para sempre
4. é vivida 24 horas por dia
5. não tem remuneração ou salário
6. não tem aposentadoria
7. vive da providência divina
8. Na vocação eu "vivo"

A vocação vivida na fidelidade e na alegria confere ao exercício da profissão uma beleza particular, é o caminho de santidade.


http://www.catequisar.com.br/texto/materia/especial/vocacao/04.htm

quinta-feira, 24 de abril de 2014

MAIO, MÊS DE MARIA


“Neste  mês de Maria,
Tão lindo mês de flores, 

Queremos de Maria
Celebrar os louvores!”

Assim cantavam as crianças, na sua pureza quase angelical, nas noites frias de maio, coroando a imagem da Virgem Maria, como a coroou seu Filho na unidade da Trindade Santíssima.
Os tempos e os costumes mudaram e, com eles, também nós, a nossa cultura, a nossa sociedade e já não ouvimos, senão talvez no interior e nas pequenas comunidades, ressoar aquela melodia, aquelas vozes e a coreografia que lembravam a corte celeste com seus anjos louvando e reverenciando a Mãe de Deus.

De uma sociedade quase estática em que vivíamos até a metade do século passado, passamos por crescimento populacional vertiginoso, um desenvolvimento científico e tecnológico que somos praticamente incapazes de acompanhar e, sobretudo, de analisar e colocar sob a égide do humano.

A filosofia e a teologia se confundem no julgamento do que surge e que penetra profundamente em nossas vidas. Inquietos, questionadores e independentes buscamos, nesta evolução natural da nossa condição humana, embora cheia de acidentes, encontrar o rumo dos valores humanos e eternos.
Para nós, cristãos, esta busca passa pelas mãos de Maria, 
como é certo que, no mistério da redenção, 
quando o Pai Celeste quis dela o assentimento, 
o “sim”, pelo qual se tornou Co-Redentora 
–“Eis a serva do Senhor. Faça-se em mim a tua vontade”,antecipando, em segundos, no tempo, o Filho que ao entrar no mundo disse: 
“eis que venho, ó Deus, para fazer a tua vontade.”

 Em toda a história da Igreja, Maria se faz presente. 
Presença delicada, silenciosa, como nas Bodas de Caná 
–“Meu Filho, eles não têm vinho”, 
 no segredo da encarnação do Verbo 
e também junto à cruz de Jesus.


Na Grécia, como em Roma, quando a Igreja, saída das perseguições pagãs, teve de enfrentar novo perigo, o das heresias na formulação da fé, no Concílio de Éfeso, São Cirilo de Alexandria, após a definição dogmática, pôde saúda-la e invocar: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós!





Nas ruas de Roma, invadida pelos bárbaros, nas esquinas, onde ainda se podem ver as imagens de Nossa Senhora, o povo a invocava, a 
”Salvação do Povo Romano”, 
rezando como ainda o fazemos:

“Sob vossa proteção nos refugiamos, Santa Mãe de Deus, não desprezeis nossas súplicas em nossa necessidades, mas livrai-nos de todos os perigos, 

ó Virgem gloriosa e bendita.”

Na Idade Média, as catedrais góticas atestam a devoção a Maria e a gratidão do povo nas calamidades daquele tempo, enquanto Domingos de Gusmão empunhava o rosário contra a heresia dos albigenses e Simão Stoc colocava o escapulário do Carmo, presente de Nossa Senhora para aqueles que recorrem à sua proteção, inclusive para passarem do purgatório para o céu, como vemos representado em nossa Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, na lateral do seu altar.

Nos dias de hoje, em Lourdes e em Fátima, mensageira do Evangelho eterno, nos lembra que saímos de Deus e a ele devemos voltar pelo batismo e, por uma vida santa, aguardar o seu advento glorioso. O simbolismo de cavar a terra e dela surgir a água, em Lourdes, faz-nos meditar sobre a criação e as águas que nos renovam na graça, enquanto em Fátima, na aridez da paisagem e no milagre do sol, nos relembra o fim último com a glória do Cordeiro.

Maria está presente em nosso tempo. 
Talvez não tanto mais na simplicidade dos anjinhos 
do mês de maio que evocamos, mas sobretudo na certeza 
de que nos dá da sua assistência neste vale de lágrimas, às vezes semeado de alguma alegria. 
A Ela invocamos, aos seus santuários acorrem multidões nas suas necessidades e lá depositam os ex-votos de gratidão.

Um devoto de Maria não se perde, ensina Santo Afonso e Bernardo de Claraval nos orienta para, em todas os momentos, de alegria e de angústia, de dificuldade e incerteza, olharmos a Estrela, chamar por Maria – Respice Stellam. Voca Mariam. 


Ela está diante de seu Filho a interceder por nós, 
Para  que sejamos dignos de herdar as suas promessas, 
de vermos a Deus face a face, no resplendor do seu Unigênito 

e no amor eterno do seu Espírito.
NOSSA SENHORA APARECIDA, PADROEIRA DO BRASIL,
 ROGAI POR NÓS!


Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO 
ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG.

http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/eurico/06.htm

quarta-feira, 12 de março de 2014

SEIS PASSOS PARA VIVER BEM A QUARESMA



Seis passos para viver bem a Quaresma

A Quaresma é um tempo de graça, um verdadeiro Kairos, tempo da manifestação de Deus. Esse período tem como característica duas realidades muito importantes: 

1ª: Olhar para Jesus; 
2ª: Conversão. 


Nesse tempo, somos levados pela Igreja a seguir Jesus em Seus últimos momentos de vida na terra para – junto com Ele – aprendermos o que é o amor e a misericórdia. 







Quaresma é também conversão, revisão de vida e mudança de atitude. Tudo concorre para isso nesse período: 
a liturgia, os cânticos, as orações.

É tempo de olhar para tudo o que temos vivido e como o temos vivido: 

nossos relacionamentos em casa, no trabalho, na escola, nosso relacionamento com Deus. Será que Ele tem sido o nosso tudo? Nossa relação com Ele é de confiança, de intimidade e amor?




Algumas atitudes nossas podem nos ajudar a mergulhar fundo nessa graça. Por exemplo:

1. Aproveite esse tempo para silenciar um pouco, criar um clima de interioridade, evitando músicas muito altas em casa, no quarto; valorizando as que nos levam a uma maior reflexão e oração.

2. Separe um tempo do dia para a oração pessoal. Crie em sua casa ou no seu quarto um pequeno altar, ali coloque um crucifixo, uma vela, a Bíblia aberta, para que o ambiente seja convidativo à oração.

3. Nas sextas-feiras, se for possível, medite as estações da Via-Sacra. Isso o ajudará a mergulhar no mistério da Paixão do Senhor.



4. Durante o tempo quaresmal se proponha a também fazer obras de misericórdia. Por exemplo: visitar um doente, visitar um asilo, levar alguma ajuda concreta a uma família mais carente, como roupas que você já não esteja usando ou alimentos. 


Tudo isso gerará em seu coração um sentimento de alegria por poder fazer algo de bom a alguém.

5. Quaresma também é tempo de perdoar e de pedir perdão. Se você tem alguém a quem precisa perdoar, peça a Deus a graça de conceder esse perdão e se foi você que feriu esse alguém, dê o passo em direção à pessoa e peça-lhe perdão. É tempo de reconstruir as pontes de reconciliação.



6. A confissão é fundamental nesse período, não deixe para a última hora, procure o sacerdote no decorrer da Quaresma para que, auxiliado pela graça desse sacramento, você colha todos os desse tempo.





O importante é que você e eu tomemos consciência de tudo 
o que o Senhor deseja realizar em nossas vidas 
e nos esforcemos para não deixar a graça passar. 


FELIZ E SANTA QUARESMA!



Padre Paulo Ricardo de Azevedo
Consultor da Congregação do Clero, em assuntos de catequese junto à Santa Sé; professor de Filosofia e Teologia; e reitor do Seminário Cristo Rei de Cuiabá (MT)

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

AVALIAÇÃO DA CATEQUESE

AMIGOS (AS) CATEQUISTAS!!!
Natal...
Final de ano... 
É hora de planejamento para o próximo, buscando acertar mais, 
crescer mais, anunciar mais, celebrar melhor... 
Por isso avaliar é importante!! 
Na sequência temos 2 modelos de avaliação. 
Espero que possa ajudá-los no processo de fazer 
uma catequese sempre mais com o rosto de Cristo!!!
Avaliação da Catequese como meio de crescimento
“Educar na fé é como percorrer um caminho”. Partimos de um lugar, ou seja: 
das condições de vida e de fé dos nossos catequizandos e a partir daí,tentamos chegar a um destino, esse é sempre Jesus, “o caminho de Cristo «leva à vida»“, mas precisamos conhecer o itinerário que nos é fornecido pelos objetivos propostos pelos catecismos e guias e ou aqueles que o grupo define de acordo com o Pároco e ou coordenação.
Para fazer o caminho, usamos determinadas estradas, que são as atividades e método que utilizamos ao longo do ano.
Avaliar é uma atividade de catequese (como qualquer outra, ex.: acolhimento) que deveríamos usar com frequência, para saber onde estamos, em relação ao itinerário previsto e se precisamos fazer correções ou mesmo pedir ajuda. 
Pois quando reconhecemos que não há progressão,quando as dificuldades do caminho não nos deixam avançar, apesar da oração e dos nossos esforços, é indispensável (obrigatório) colocar o problema à coordenação e ao Pároco.
É hora de ancorar o barco e refletir.Porque se continuo a avançar deixando os problemas acumulados dificilmente encontro o caminho, perco o rumo, criando uma falsa caminhada que pode deixar marcas graves.
Ao avaliarmos, temos de fazer perguntas sobre nós mesmos. 
Isso ajuda-nos a ver com mais lucidez o que andamos a fazer.Torna-se mais claro o que fazemos,se estamos a fazer bem ou se estamos a fazer menos bem ou mal. Ao avaliarmos damos significado à catequese. 
Aprendemos a interpretar a realidade e a prever os possíveis efeitos 
para preparar melhor o futuro.
Ao avaliar, estaremos  promovendo a criatividade, evitando repetir os mesmos erros.Ao avaliarmos tentamos melhorar a catequese.
Cada avaliação tem como fim último ajudar os catequistas e os catequizandos a ficarem mais próximos do Evangelho.
O tempo da avaliação é um convite à conversão. É um estímulo a uma maior coerência evangélica. Toda a avaliação de qualidade deve ser integral.
Avaliar o ser, saber e o saber fazer.
Avaliar os conhecimentos e as competências é relativamente fácil; mas julgar o saber ser é muito mais delicado. 
Nunca é demais recordar que não se avaliam atividades- por exemplo: a celebração correu bem – isso não é avaliar o principal- 
o que se deve avaliar é o crescimento, o caminho percorrido pelos catequizandos que então seria: a maioria dos catequizandos celebrou com entusiasmo?
Com esta avaliação não se pretende fazer acusações nem premiar heróis. 
É apenas uma ajuda para vermos melhor o que fizemos. 
O que é sempre um bom ponto de partida para melhorar. 
“O inquérito é anônimo, não escreva o seu nome, mas procura responder dentro da sua realidade”.
Um meio eficaz é buscar inspiração na fonte da palavra de Deus.
Por vezes não basta avaliar somente a catequese.
Também o nosso desempenho pessoal deve ser alvo de reflexão, sem, contudo, cairmos no erro de nos julgarmos melhores ou perfeitos. 
Afinal, cada um tem um ou outro aspecto que pode melhorar, tem um ou outro ponto em que trabalha melhor e pode (e deve) partilhar, ajudar.
Lembre-se que avaliar é
*“rever” o caminho feito, 
*celebrar as vitórias, superar os fracassos e *reavivar as esperanças, mas acima de tudo, *CONVERTER-SE..
Que o Espírito Santo nos ilumine para que esta avaliação seja feita com o coração e fortaleça a nossa vocação de catequistas.
AVALIAÇÃO- ROTEIRO-(verificar e seguir a sequência)
*AVALIAR-ME COMO CATEQUISTA E COMO CRISTÃO 
1-Quais destas experiências de oração te ajudam a rezar melhor
·         Escuta da Palavra de Deus
·         Meditação
·         Oração espontânea de agradecimento ou de perdão
·         Rezar com os salmos
·         Oração organizada com o grupo de catequistas
·         Eucaristia
2-Qual das experiências acima é mais difícil para você? __________ 
3-Qual é a mais útil para ajudá-lo(a) a crescer como cristã(o)?_____________
4-Quais os modos de oração mais úteis para educar os catequizandos à oração? (pode indicar as anteriores ou
outras formas)___________________________________________________________________________________
*EU E OS OUTROS CATEQUISTA
1-Entre todos os momentos que viveu com os outros catequistas,  diga um dos mais fáceis,   um dos mais difíceis e   um os que mais o (a) enriqueceu?

2-O que você mais aprecia nos outros catequistas? 
·         A capacidade de atrair os catequizandos,
·         A  simplicidade,
·         A calma,
·         A preparação,
·         A  constância,
·         A alegria constante,
·         A maturidade espiritual
3-Entre estas atitudes, quais as que mais o (a) desagradam?
·         A inveja,
       A atitude de superioridade,
·         A desconfiança,
·         Estar sempre a lamentar-se de tudo e de todos,
·         O mau exemplo.

COMO MEIO DE CRESCIMENTO
1-Se sente capaz de ir falar com um catequista acerca de atitudes que você acha incorretas ou prefere calar-se?
2-Você sente a necessidade de viver, juntamente com os outros catequistas, experiências de formação espiritual, cultural e catequética? -----------------------(sim)-(não)
- Sugestões: _____________________________________________________
EU E OS CATEQUIZANDOS 
1-Quais as atitudes mais comuns quando estou com os catequizandos?
• Disponibilidade
• Escuta
• Apoio
• Ajuda
• Diálogo
OU

• Impaciência
• Cansaço
• Confronto
• Imposição
• Irritação
EU E EU MESMO (A)
1-Porque optei por fazer catequese?
  • Porque os meus amigos também são catequistas
  • Porque gosto de crianças
  • Porque o pároco me pediu
  • Porque tenho muito tempo livre
  • Porque me sinto chamado a anunciar o Evangelho
  • Para fazer novas amizades
  • Para me sentir realizado (a)
  • Para me doar de forma gratuita
  • Porque sei que deixa a minha família contente
2- Sinto-me apoiado pela comunidade cristã?
3- Qual destas expressões é mais acertada?
  • Sou catequista porque os catequizandos precisam de mim
  • Preciso anunciar, testemunhar, dizer que creio em Deus
4- O ser catequista fez amadurecer a minha experiência de fé?
5- Quais as descobertas, positivas e negativas, que fiz na minha personalidade e no meu caráter?
6- O que aprendi este ano ao fazer catequese?
7- Os catequizandos “pedem” muitas coisas ao amigo mais velho (=catequista) que os acolhe, que reza com eles, que canta, que prepara as festas, que os anima… Quais as coisas que me deram mais prazer fazer com eles e quais as que me foram mais custosas?
8- Estarei disponível para continuar na catequese?
EU E MEU PÁROCO
1-Como é meu relacionamento com meu pároco?
2-Sinto seu apoio?
3-Encontro acolhida no meu apostolado?
4-Ele é presente na caminhada catequética?
5-Existe diálogo?
“Irmãos, eu não julgo já ter alcançado Cristo. Uma coisa, porém faço: esquecendo o que fica para trás, lanço-me para o que está à frente. Lanço-me em direção à meta, para conquistar o prêmio que do alto, Deus me chama a receber no Cristo Jesus” (Fl 3, 13-14)