"SEMEADORES DA PALAVRA DE DEUS" " Não pare nunca de plantar suas sementes"(Ecl 11,6) "Este é um espaço preparado com muito carinho para conhecermos e divulgarmos nossos aprendizados e experiências como Catequistas, semeadores da Palavra Divina. Que o Espírito Santo sempre nos ilumine para que sejamos fiéis ao Plano Redentor de Jesus e que façamos tudo unicamente para a Glória de Deus. "
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quinta-feira, 10 de março de 2022
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2018
Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2018
Amados irmãos e irmãs!
Mais uma vez vamos encontrar-nos com a Páscoa do Senhor! Todos os anos, com a finalidade de nos preparar para ela, Deus na sua providência oferece-nos a Quaresma, «sinal sacramental da nossa conversão»,[1] que anuncia e torna possível voltar ao Senhor de todo o coração e com toda a nossa vida.
Com a presente mensagem desejo, este ano também, ajudar toda a Igreja a viver, neste tempo de graça, com alegria e verdade; faço-o deixando-me inspirar pela seguinte afirmação de Jesus, que aparece no evangelho de Mateus: «Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos» (24, 12).
Esta frase situa-se no discurso que trata do fim dos tempos, pronunciado em Jerusalém, no Monte das Oliveiras, precisamente onde terá início a paixão do Senhor. Dando resposta a uma pergunta dos discípulos, Jesus anuncia uma grande tribulação e descreve a situação em que poderia encontrar-se a comunidade dos crentes: à vista de fenómenos espaventosos, alguns falsos profetas enganarão a muitos, a ponto de ameaçar apagar-se, nos corações, o amor que é o centro de todo o Evangelho.
Os falsos profetas
Escutemos este trecho, interrogando-nos sobre as formas que assumem os falsos profetas?
Uns assemelham-se a «encantadores de serpentes», ou seja, aproveitam-se das emoções humanas para escravizar as pessoas e levá-las para onde eles querem. Quantos filhos de Deus acabam encandeados pelas adulações dum prazer de poucos instantes que se confunde com a felicidade! Quantos homens e mulheres vivem fascinados pela ilusão do dinheiro, quando este, na realidade, os torna escravos do lucro ou de interesses mesquinhos! Quantos vivem pensando que se bastam a si mesmos e caem vítimas da solidão!
Outros falsos profetas são aqueles «charlatães» que oferecem soluções simples e imediatas para todas as aflições, mas são remédios que se mostram completamente ineficazes: a quantos jovens se oferece o falso remédio da droga, de relações passageiras, de lucros fáceis mas desonestos! Quantos acabam enredados numa vida completamente virtual, onde as relações parecem mais simples e ágeis, mas depois revelam-se dramaticamente sem sentido! Estes impostores, ao mesmo tempo que oferecem coisas sem valor, tiram aquilo que é mais precioso como a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar. É o engano da vaidade, que nos leva a fazer a figura de pavões para, depois, nos precipitar no ridículo; e, do ridículo, não se volta atrás. Não nos admiremos! Desde sempre o demónio, que é «mentiroso e pai da mentira» (Jo 8, 44), apresenta o mal como bem e o falso como verdadeiro, para confundir o coração do homem. Por isso, cada um de nós é chamado a discernir, no seu coração, e verificar se está ameaçado pelas mentiras destes falsos profetas. É preciso aprender a não se deter no nível imediato, superficial, mas reconhecer o que deixa dentro de nós um rasto bom e mais duradouro, porque vem de Deus e visa verdadeiramente o nosso bem.
Um coração frio
Na Divina Comédia, ao descrever o Inferno, Dante Alighieri imagina o diabo sentado num trono de gelo;[2] habita no gelo do amor sufocado. Interroguemo-nos então: Como se resfria o amor em nós? Quais são os sinais indicadores de que o amor corre o risco de se apagar em nós?
O que apaga o amor é, antes de mais nada, a ganância do dinheiro, «raiz de todos os males» (1 Tm 6, 10); depois dela, vem a recusa de Deus e, consequentemente, de encontrar consolação n’Ele, preferindo a nossa desolação ao conforto da sua Palavra e dos Sacramentos.[3] Tudo isto se permuta em violência que se abate sobre quantos são considerados uma ameaça para as nossas «certezas»: o bebé nascituro, o idoso doente, o hóspede de passagem, o estrangeiro, mas também o próximo que não corresponde às nossas expetativas.
A própria criação é testemunha silenciosa deste resfriamento do amor: a terra está envenenada por resíduos lançados por negligência e por interesses; os mares, também eles poluídos, devem infelizmente guardar os despojos de tantos náufragos das migrações forçadas; os céus – que, nos desígnios de Deus, cantam a sua glória – são sulcados por máquinas que fazem chover instrumentos de morte.
E o amor resfria-se também nas nossas comunidades: na Exortação apostólica Evangelii gaudium procurei descrever os sinais mais evidentes desta falta de amor. São eles a acédia egoísta, o pessimismo estéril, a tentação de se isolar empenhando-se em contínuas guerras fratricidas, a mentalidade mundana que induz a ocupar-se apenas do que dá nas vistas, reduzindo assim o ardor missionário.[4]
Que fazer?
Se porventura detetamos, no nosso íntimo e ao nosso redor, os sinais acabados de descrever, saibamos que, a par do remédio por vezes amargo da verdade, a Igreja, nossa mãe e mestra, nos oferece, neste tempo de Quaresma, o remédio doce da oração, da esmola e do jejum.
Dedicando mais tempo à oração, possibilitamos ao nosso coração descobrir as mentiras secretas, com que nos enganamos a nós mesmos,[5] para procurar finalmente a consolação em Deus. Ele é nosso Pai e quer para nós a vida.
A prática da esmola liberta-nos da ganância e ajuda-nos a descobrir que o outro é nosso irmão: aquilo que possuo, nunca é só meu. Como gostaria que a esmola se tornasse um verdadeiro estilo de vida para todos! Como gostaria que, como cristãos, seguíssemos o exemplo dos Apóstolos e víssemos, na possibilidade de partilhar com os outros os nossos bens, um testemunho concreto da comunhão que vivemos na Igreja. A este propósito, faço minhas as palavras exortativas de São Paulo aos Coríntios, quando os convidava a tomar parte na coleta para a comunidade de Jerusalém: «Isto é o que vos convém» (2 Cor 8, 10). Isto vale de modo especial na Quaresma, durante a qual muitos organismos recolhem coletas a favor das Igrejas e populações em dificuldade. Mas como gostaria também que no nosso relacionamento diário, perante cada irmão que nos pede ajuda, pensássemos: aqui está um apelo da Providência divina. Cada esmola é uma ocasião de tomar parte na Providência de Deus para com os seus filhos; e, se hoje Ele Se serve de mim para ajudar um irmão, como deixará amanhã de prover também às minhas necessidades, Ele que nunca Se deixa vencer em generosidade?[6]
Por fim, o jejum tira força à nossa violência, desarma-nos, constituindo uma importante ocasião de crescimento. Por um lado, permite-nos experimentar o que sentem quantos não possuem sequer o mínimo necessário, provando dia a dia as mordeduras da fome. Por outro, expressa a condição do nosso espírito, faminto de bondade e sedento da vida de Deus. O jejum desperta-nos, torna-nos mais atentos a Deus e ao próximo, reanima a vontade de obedecer a Deus, o único que sacia a nossa fome.
Gostaria que a minha voz ultrapassasse as fronteiras da Igreja Católica, alcançando a todos vós, homens e mulheres de boa vontade, abertos à escuta de Deus. Se vos aflige, como a nós, a difusão da iniquidade no mundo, se vos preocupa o gelo que paralisa os corações e a ação, se vedes esmorecer o sentido da humanidade comum, uni-vos a nós para invocar juntos a Deus, jejuar juntos e, juntamente connosco, dar o que puderdes para ajudar os irmãos!
O fogo da Páscoa
Convido, sobretudo os membros da Igreja, a empreender com ardor o caminho da Quaresma, apoiados na esmola, no jejum e na oração. Se por vezes parece apagar-se em muitos corações o amor, este não se apaga no coração de Deus! Ele sempre nos dá novas ocasiões, para podermos recomeçar a amar.
Ocasião propícia será, também este ano, a iniciativa «24 horas para o Senhor», que convida a celebrar o sacramento da Reconciliação num contexto de adoração eucarística. Em 2018, aquela terá lugar nos dias 9 e 10 de março – uma sexta-feira e um sábado –, inspirando -se nestas palavras do Salmo 130: «Em Ti, encontramos o perdão» (v. 4). Em cada diocese, pelo menos uma igreja ficará aberta durante 24 horas consecutivas, oferecendo a possibilidade de adoração e da confissão sacramental.
Na noite de Páscoa, reviveremos o sugestivo rito de acender o círio pascal: a luz, tirada do «lume novo», pouco a pouco expulsará a escuridão e iluminará a assembleia litúrgica. «A luz de Cristo, gloriosamente ressuscitado, nos dissipe as trevas do coração e do espírito»,[7] para que todos possamos reviver a experiência dos discípulos de Emaús: ouvir a palavra do Senhor e alimentar-nos do Pão Eucarístico permitirá que o nosso coração volte a inflamar-se de fé, esperança e amor.
Abençoo-vos de coração e rezo por vós. Não vos esqueçais de rezar por mim.
Vaticano, 1 de Novembro de 2017
Solenidade de Todos os Santos
FRANCISCO
https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/mensagem-papa-francisco-para-quaresma-2018/
domingo, 19 de março de 2017
QUARESMA-Leitura para os catequistas
Leitura
para os catequistas
Quarenta
dias antes da Páscoa, a Igreja abre solenemente o tempo de penitência, chamado
Quaresma, em preparação para a celebração da Páscoa. É A QUARTA-FEIRA DE CINZAS!
Neste
dia, após a Liturgia da Palavra, em que se proclama o trecho do Evangelho em
que Cristo recomenda a oração, o jejum e a esmola como exercícios de conversão
(cf. Mt 6,1-18), realiza-se o rito da imposição das cinzas. Elas são sinal de
penitência, no sentido de conversão. A conversão consiste, sobretudo, no
reconhecimento de nossa condição de criaturas limitadas, mortais e pecadoras.
No gesto de imposição das cinzas sobre a cabeça das pessoas, o sacerdote ou o
ministro diz: “Convertei-vos e crede no Evangelho”. A conversão consiste em
crer no Evangelho. Crer é aderir a ele, viver segundo os ensinamentos do Senhor
Jesus. Pode-se usar também a fórmula tradicional: “Lembra-te que és pó e ao pó
hás de voltar”. Numa das orações de bênção das cinzas se diz: “Reconhecendo que
somos pó e que ao pó voltaremos, consigamos, pela observância da Quaresma,
obter o perdão dos pecados e viver uma vida nova, à semelhança do Cristo
ressuscitado”.
A
origem das cinzas usadas tem seu significado. Elas são preparadas pela queima
de palmas usadas na procissão de Ramos do ano anterior. Lembram, portanto, o
Cristo vitorioso sobre a morte. A palma é símbolo de vitória e de triunfo.
Assim, se os cristãos aceitam reconhecer sua condição de criaturas mortais, e
transformar-se em pó, ou seja, passar pela experiência da morte, a exemplo de
Cristo, pela renúncia de si mesmos, participarão também da vida que ressurge
das cinzas.
O que é a Quaresma
É tempo
de escuta da Palavra de Deus, de conversão e de reconciliação com os
irmãos e com Deus.
O
tempo quaresmal é o tempo litúrgico de conversão, no qual a Igreja marca
para nos preparar para a grande festa da Páscoa. É tempo para nos
arrependermos dos nossos pecados e de mudar algo de nós para sermos
melhores e poder viver mais próximos de Cristo.
A
Quaresma dura 40 dias; começa na Quarta-feira
de Cinzas e termina no Domingo
de Ramos. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos
um esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos
viver como filhos de Deus.
A
cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.
É
um tempo de reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e
preparação para o mistério pascal. Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de
vida.
A
Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho a Jesus Cristo,
escutando a Palavra de Deus, orando, compartilhando com o próximo e praticando
boas obras.
Nos
convida a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com
Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus. Por
isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada
dia, durante a vida, devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a
inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos.
Na
Quaresma, aprendemos a conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com
isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a
glória da ressurreição.
Duração da Quaresma
A
duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta na Bíblia.
Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de
peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de
Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto
antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus
no Egito.
Na
Bíblia, o número quatro simboliza o universo material, seguido de zeros
significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações e
dificuldades.
A
prática da Quaresma data do século IV, quando se dá a tendência a
constituí-la em tempo de penitência e de renovação para toda a Igreja, com a
prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor, ao menos em
um princípio, nas Igrejas do oriente, a prática penitencial da Quaresma tem
sido cada vez mais abrandada no ocidente, mas deve-se observar um espírito
penitencial e de conversão.
http://blog.cancaonova.com/padreadrianozandona/quaresma-o-que-e/
ATIVIDADES DE QUARESMA 1
SE VOCÊ NÃO CONSEGUIR IMPRIMIR, EU TE ENVIO POR EMAIL: marisa.afn@gmail.com
☆Na terceira atividade, CRUZADINHA, acrescente um quadradinho no início do N° 6
segunda-feira, 24 de março de 2014
ATIVIDADES DE QUARESMA 2 E CAMPANHA DA FRATERNIDADE-2014
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Feliz e santa quaresma!
Feliz e Santa Páscoa de Jesus!
quarta-feira, 12 de março de 2014
SEIS PASSOS PARA VIVER BEM A QUARESMA
Seis passos para viver bem a Quaresma
A Quaresma é um tempo de graça, um verdadeiro Kairos, tempo da manifestação de Deus. Esse período tem como característica duas realidades muito importantes:
1ª: Olhar para Jesus;
2ª: Conversão.
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a liturgia, os cânticos, as orações.
É tempo de olhar para tudo o que temos vivido e como o temos vivido:
nossos relacionamentos em casa, no trabalho, na escola, nosso relacionamento com Deus. Será que Ele tem sido o nosso tudo? Nossa relação com Ele é de confiança, de intimidade e amor?
Algumas atitudes nossas podem nos ajudar a mergulhar fundo nessa graça. Por exemplo:
1. Aproveite esse tempo para silenciar um pouco, criar um clima de interioridade, evitando músicas muito altas em casa, no quarto; valorizando as que nos levam a uma maior reflexão e oração.
2. Separe um tempo do dia para a oração pessoal. Crie em sua casa ou no seu quarto um pequeno altar, ali coloque um crucifixo, uma vela, a Bíblia aberta, para que o ambiente seja convidativo à oração.
1. Aproveite esse tempo para silenciar um pouco, criar um clima de interioridade, evitando músicas muito altas em casa, no quarto; valorizando as que nos levam a uma maior reflexão e oração.
2. Separe um tempo do dia para a oração pessoal. Crie em sua casa ou no seu quarto um pequeno altar, ali coloque um crucifixo, uma vela, a Bíblia aberta, para que o ambiente seja convidativo à oração.
3. Nas sextas-feiras, se for possível, medite as estações da Via-Sacra. Isso o ajudará a mergulhar no mistério da Paixão do Senhor.

Tudo isso gerará em seu coração um sentimento de alegria por poder fazer algo de bom a alguém.
5. Quaresma também é tempo de perdoar e de pedir perdão. Se você tem alguém a quem precisa perdoar, peça a Deus a graça de conceder esse perdão e se foi você que feriu esse alguém, dê o passo em direção à pessoa e peça-lhe perdão. É tempo de reconstruir as pontes de reconciliação.
6. A confissão é fundamental nesse período, não deixe para a última hora, procure o sacerdote no decorrer da Quaresma para que, auxiliado pela graça desse sacramento, você colha todos os desse tempo.

O importante é que você e eu tomemos consciência de tudo
o que o Senhor deseja realizar em nossas vidas
e nos esforcemos para não deixar a graça passar.
FELIZ E SANTA QUARESMA!
Padre Paulo Ricardo de Azevedo
Consultor da Congregação do Clero, em assuntos de catequese junto à Santa Sé; professor de Filosofia e Teologia; e reitor do Seminário Cristo Rei de Cuiabá (MT)
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
ATIVIDADES DE QUARESMA 3 E PÁSCOA
Na quarta-feira de cinzas iniciamos o tempo de preparação para a maior festa dos cristãos: a Páscoa!
Festa da vitória de Jesus sobre a morte.
Ele está vivo e no meio de nós!
O melhor jeito de participarmos é preparando nosso coração com orações, boas obras, jejum e, para quem já fez a 1ª Eucaristia, o Sacramento da Confissão ou Penitência.
Seguem abaixo algumas atividades para enriquecer o nosso conhecimento e poder acompanhar de perto todas as celebrações com muita devoção.
Agradeço aos catequistas que disponibilizaram na net estas atividades que compartilho com vocês.

1- Jesus põe ordem no templo
2-Jesus ceia com os discípulos
3-Jesus ora no Getsêmani
4-Jesus recebe o beijo de Judas
5-Jesus é preso
6-Jesus é interrogado por Pilatos
7-Jesus recebe uma coroa de espinhos
8-Pedro nega Jesus
9-Jesus é pregado na cruz
10-Em pleno dia ficou tudo escuro
11-Jesus é envolto em lençóis de linho
marisa.afn@gmail.com
domingo, 10 de fevereiro de 2013
-QUARESMA-TEMPO DE MUDANÇAS
A Vida é feita de mudanças
e Deus, que é o Deus da Vida, também é o Deus da dinâmica, da evolução de todas as coisas.
O sucesso de qualquer empreendimento depende da nossa humildade em reconhecer quando é tempo de mudança.
Podemos nos referir a grandes mudanças ou fatos simples da nossa vida.
Todos os dias, renovamos o propósito de
viver e divulgar a Palavra de Deus.
Mudar é preciso.
Renovar é preciso.Quem não se renova, estaciona no tempo,
em velhas e ultrapassadas convicções.
A união de pessoas de boa vontade, estudando a Palavra, rezando e vivendo em harmonia, faz com que qualquer mudança
seja mais fácil e dê bons frutos.
Tempo de quaresma é tempo para reflexões.
seja mais fácil e dê bons frutos.
Tempo de quaresma é tempo para reflexões.
como Jesus no deserto, nos afastarmos um pouco das nossas comodidades e confortos, e olhar com coragem, fé e humildade, para o nosso interior e:
mudar o que é preciso, melhorar o que está dando certo e, na dúvida, pedir ao Espírito Santo a Luz necessária para o discernimento das propostas que nos são apresentadas.
Ao aderirmos às mudanças necessárias para o nosso crescimento interior e para o bem da comunidade, Deus nos permite viver belas e gratificantes experiências do Seu Amor,
que é sempre fiel e misericordioso.
que é sempre fiel e misericordioso.
sempre há um novo campo a ser semeado.
Estamos sempre a caminho.
Estamos sempre a caminho.
Como semeadores perseverantes, também temos que enfrentar tempestades, granizos, ventos fortes
e a terrível seca.
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Como o povo de Deus no deserto, conduzido por Moisés, temos a mão misericordiosa de Deus a nos amparar, conduzir, proteger e prover, de tudo que precisamos para alcançarmos nosso objetivo:
Amar e fazer Amado nosso Senhor Jesus Cristo,
com o auxílio da Luz do seu Santo Espírito,
no amor de Deus, nosso Pai.
FELIZ E SANTA QUARESMA!
Catequista Marisa
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
DEZ SÍMBOLOS DA QUARESMA 4
A quaresma começa, precisamente, com um símbolo bem conhecido e consolidado: a CINZA, que nos lembra a condição efêmera da vida e seu destino de eternidade em Deus.
A Cinza de cada ano, recorda também a árvore da Cruz Ressuscitada da Vigília Pascal do ano anterior.
1.- A quaresma é DESERTO. É aridez, solidão, jejum, austeridade, rigor, esforço, penitência, perigo, tentação.
2.- A quaresma é PERDÃO. As histórias bíblicas de Jonas e de Nínive e a parábola do filho pródigo são exemplos dele.
3.- A quaresma é ENCONTRO, é abraço de reconciliação como o mesmo filho pródigo com o Pai, na conversão de Zaqueu ou no diálogo de Jesus Cristo com a mulher adúltera.

4.- A quaresma é LUZ, como se põe em evidência, por exemplo, no evangelho do cego de nascimento. É a passagem das trevas para a luz. Jesus Cristo é a luz do mundo.
5.- A quaresma é SAÚDE, símbolo manifestado nos textos como na cura do paralítico ou do filho do centurião.
6.- A quaresma é ÁGUA. É a passagem da sede de nossa insatisfação para a água viva, a água de Moisés ao povo de Israel no deserto ou de Jesus à mulher samaritana.
7.- A quaresma é superação vitoriosa das provas e dificuldades. É LIBERTAÇÃO, TRIUNFO. Algumas figuras bíblicas, que sofrem graves perigos e vencem na prova, são José filho de Jacó, a casta Suzana, Ester, o profeta Jeremias e, sobretudo, Jesus, tentado e transfigurado.
8.- A quaresma é CRUZ. Sinal e presença permanente durante toda a quaresma. Prefigurada no Antigo Testamento e manifestada com o exemplo de Jesus Cristo e com seu convite de carregá-la como condição para o seguimento.
9.- A quaresma é TRANSFIGURAÇÃO. É a luz definitiva do
A Cinza de cada ano, recorda também a árvore da Cruz Ressuscitada da Vigília Pascal do ano anterior.
1.- A quaresma é DESERTO. É aridez, solidão, jejum, austeridade, rigor, esforço, penitência, perigo, tentação.2.- A quaresma é PERDÃO. As histórias bíblicas de Jonas e de Nínive e a parábola do filho pródigo são exemplos dele.
3.- A quaresma é ENCONTRO, é abraço de reconciliação como o mesmo filho pródigo com o Pai, na conversão de Zaqueu ou no diálogo de Jesus Cristo com a mulher adúltera.

4.- A quaresma é LUZ, como se põe em evidência, por exemplo, no evangelho do cego de nascimento. É a passagem das trevas para a luz. Jesus Cristo é a luz do mundo.
5.- A quaresma é SAÚDE, símbolo manifestado nos textos como na cura do paralítico ou do filho do centurião.
6.- A quaresma é ÁGUA. É a passagem da sede de nossa insatisfação para a água viva, a água de Moisés ao povo de Israel no deserto ou de Jesus à mulher samaritana.
7.- A quaresma é superação vitoriosa das provas e dificuldades. É LIBERTAÇÃO, TRIUNFO. Algumas figuras bíblicas, que sofrem graves perigos e vencem na prova, são José filho de Jacó, a casta Suzana, Ester, o profeta Jeremias e, sobretudo, Jesus, tentado e transfigurado.
8.- A quaresma é CRUZ. Sinal e presença permanente durante toda a quaresma. Prefigurada no Antigo Testamento e manifestada com o exemplo de Jesus Cristo e com seu convite de carregá-la como condição para o seguimento.
caminho quaresmal, preanunciada e vivida na cena da transfiguração de Jesus. Pela cruz para a luz".
10.- A quaresma é o esforço para retirar o fermento velho e incorporar a FERMENTAÇÃO NOVA DA PÁSCOA RESSUSCITADA E RESSUSCITADORA, agora e para sempre.
10.- A quaresma é o esforço para retirar o fermento velho e incorporar a FERMENTAÇÃO NOVA DA PÁSCOA RESSUSCITADA E RESSUSCITADORA, agora e para sempre.
QUARESMA- vivência da caridade
Durante este tempo especial de purificação,
contamos com uma série de meios concretos
que a Igreja nos propõe e que nos ajudam a viver a dinâmica quaresmal.
Antes de tudo, a vida de oração, condição indispensável
para o encontro com Deus.
Na oração, se o cristão inicia um diálogo íntimo com o Senhor, deixa que a graça divina penetre em seu coração e,
à semelhança de Santa Maria, se abra
para o encontro com Deus.
Na oração, se o cristão inicia um diálogo íntimo com o Senhor, deixa que a graça divina penetre em seu coração e,
à semelhança de Santa Maria, se abra
à ação do Espírito cooperando com ela com
sua resposta livre e generosa (ver Lc. 1,38).
sua resposta livre e generosa (ver Lc. 1,38).
Como também devemos intensificar
a escuta e a meditação atenta
à Palavra de Deus,
a assistência freqüente ao Sacramento da Reconciliação e a Eucaristia,
e mesmo a prática do jejum,
a escuta e a meditação atenta
à Palavra de Deus,
a assistência freqüente ao Sacramento da Reconciliação e a Eucaristia,
e mesmo a prática do jejum,
segundo as possibilidades de cada um.
A mortificação e a renúncia nas circunstâncias ordinárias
de nossa vida também constituem um meio concreto
para viver o espírito de Quaresma.
Não se trata tanto de criar ocasiões extraordinárias,mas bem,
de saber oferecer aquelas circunstâncias cotidianas
de nossa vida também constituem um meio concreto
para viver o espírito de Quaresma.
Não se trata tanto de criar ocasiões extraordinárias,mas bem,
de saber oferecer aquelas circunstâncias cotidianas
que nos são incômodas, de aceitar com alegria
os diferentes contratempos que nos apresenta o dia a dia.
Da mesma maneira, o saber renunciar a certas coisas legítimas
nos ajuda a viver o desapego e o desprendimento.
os diferentes contratempos que nos apresenta o dia a dia.
Da mesma maneira, o saber renunciar a certas coisas legítimas
nos ajuda a viver o desapego e o desprendimento.
Dentre as diversas práticas quaresmais que a Igreja nos propõe,
a vivência da caridade ocupa um lugar especial.
Assim nos recorda São Leão Magno:
"estes dias de quaresma nos convidam de maneira apremiante
ao exercício da caridade; se desejamos chegar à Páscoa
santificados em nosso ser, devemos pôr um interesse
especialíssimo na aquisição desta virtude,
Assim nos recorda São Leão Magno:
"estes dias de quaresma nos convidam de maneira apremiante
ao exercício da caridade; se desejamos chegar à Páscoa
santificados em nosso ser, devemos pôr um interesse
especialíssimo na aquisição desta virtude,
que contém em si as demais e cobre multidão de pecados".
Esta vivência da caridade deve ser
vivida de maneira especial
com aqueles a quem temos
mais próximos, no ambiente concreto
em que nos movemos.
Assim, vamos construindo no outro
"o bem mais precioso e efetivo, vivida de maneira especial
com aqueles a quem temos
mais próximos, no ambiente concreto
em que nos movemos.
Assim, vamos construindo no outro
que é o da coerência com a própria vocação cristã" (João Paulo II)
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
QUARESMA- tempo de conversão e de reconciliação
QUARESMA
É tempo de escuta da Palavra de Deus, de conversão e de
reconciliação com os irmãos e com Deus.
O que é a Quaresma
O tempo quaresmal é o tempo litúrgico de conversão, no qual a Igreja marca para nos preparar para a grande
festa da Páscoa. É tempo para nos arrependermos dos nossos
pecados e de mudar algo de nós para sermos melhores e poder viver mais próximos de Cristo.
na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de
Ramos. Ao longo deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um
esforço para recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver
como filhos de Deus.
A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa
luto e penitência.
É um tempo de reflexão, de penitência,
de conversão espiritual; tempo e preparação para o
mistério pascal. Na Quaresma, Cristo nos convida a mudar de vida.
A Igreja nos convida a viver a Quaresma como um caminho
a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando,
compartilhando com o próximo e praticando boas obras.
Nos convida a viver uma série de atitudes cristãs que nos ajudam
a parecer mais com Jesus Cristo, já que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus. Por isso, a Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a vida,
devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos.
Na Quaresma, aprendemos a conhecer e
apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa cruz com alegria para alcançar a
glória da ressurreição.
Duração da Quaresma
A duração da Quaresma está baseada no símbolo do número quarenta
na Bíblia. Nesta, é falada dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta
anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de
Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no
deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos
judeus no Egito.
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material,
seguido de zeros significa o tempo de nossa vida na terra, seguido de provações
e dificuldades.
A prática da Quaresma data do século IV, quando se dá a
tendência a constituí-la em tempo de penitência e de renovação para toda a
Igreja, com a prática do jejum e da abstinência. Conservada com bastante vigor,
ao menos em um princípio, nas Igrejas do oriente, a prática penitencial da
Quaresma tem sido cada vez mais abrandada no ocidente, mas deve-se observar um
espírito penitencial e de conversão.
Um tempo com características próprias.
A Quaresma é o tempo que precede e dispõe à celebração da
Páscoa. Tempo de escuta da Palavra de Deus e de conversão, de preparação e de
memória do Batismo, de reconciliação com Deus e com os irmãos, de recurso mais
freqüente às “armas da penitência cristã”: a oração, o jejum e a esmola (ver MT 6,1-6.16-18).
De maneira semelhante como o antigo povo de Israel partiu
durante quarenta anos pelo deserto para ingressar na terra prometida, a Igreja,
o novo povo de Deus, prepara-se durante quarenta dias para celebrar a Páscoa do
Senhor. Embora seja um tempo penitencial, não é um tempo triste e
depressivo.
Trata-se de um tempo especial de purificação e de
renovação da vida cristã para poder participar com maior plenitude e
gozo do mistério pascal do Senhor.
A Quaresma é um tempo privilegiado para intensificar o caminho
da própria conversão. Este caminho supõe cooperar com a graça, para dar morte
ao homem velho que atua em nós. Trata-se de romper com o pecado que habita em
nossos corações, nos afastar de todo aquilo que nos separa do Plano de Deus, e
por conseguinte, de nossa felicidade e realização pessoal.
A Quaresma é um dos quatro tempos fortes do ano litúrgico e isso
deve ver-se refletido com intensidade em cada um dos detalhes de sua
celebração. Quanto mais forem acentuadas suas particularidades, mais
frutuosamente poderemos viver toda sua riqueza espiritual.
Portanto é preciso se esforçar, entre outras coisas:
- Para que se capte que neste tempo são distintos tanto o
enfoque das leituras bíblicas (na Santa Missa praticamente não há
leitura contínua), como o dos textos escatológicos (próprios e
determinados quase sempre de modo obrigatório para cada uma das celebrações).
- Para que os cantos, sejam totalmente distintos dos
habituais e reflitam a espiritualidade penitencial, própria deste
tempo.
- Por obter uma ambientação sóbria e austera que reflita o
caráter de penitência da Quaresma
Sentido da Quaresma
O primeiro que devemos dizer ao respeito é que a finalidade da
Quaresma é ser um tempo de preparação à Páscoa. Por isso se está
acostumado a definir à Quaresma, “como caminho para a Páscoa”. A Quaresma
não é portanto um tempo fechado em si mesmo, ou um tempo “forte” ou importante
em si mesmo.
É bem mais um tempo de preparação, e um tempo “forte”,
assim que prepara para um tempo “mais forte” ainda, que é a Páscoa.
O tempo de Quaresma como preparação à Páscoa se apóia em dois
pilares: por uma parte, a contemplação da Páscoa de Jesus;
e por outra parte, a participação pessoal na Páscoa do Senhor
através da penitência e da celebração ou preparação dos sacramentos pascais –batismo, confirmação, reconciliação,
eucaristia-, com os que incorporamos nossa vida à Páscoa do Senhor Jesus.
Nos incorporar ao “mistério pascal” de Cristo supõe participar
do mistério de sua morte e ressurreição. Não esqueçamos que o Batismo nos
configura com a morte e ressurreição do Senhor.
A Quaresma procura que essa dinâmica batismal (morte para a
vida) seja vivida mais profundamente. trata-se então de morrer a nosso
pecado para ressuscitar com Cristo à verdadeira vida: “Eu lhes asseguro
que se o grão de trigo…morre dará fruto” (Jo 20,24).
A estes dois aspectos terá que acrescentar finalmente outro
matiz mais eclesiástico:
a Quaresma é tempo apropriado para cuidar a catequese e
oração das crianças e jovens que se preparam à confirmação e à primeira comunhão; e para que toda a Igreja ore pela conversão dos pecadores.
FONTE: Wiki Canção Nova
http://www.catequistaroberto.com.br/2012/02/quaresma.
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