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domingo, 17 de março de 2019

ATIVIDADES DOMINGO DA MISERICÓRDIA

A Igreja Católica celebra, no segundo domingo da Páscoa, a Festa da Divina Misericórdia, instituída pelo Papa Beato João Paulo II. Esta festa teve origem na Polônia, em Cracóvia, através das experiências místicas de Santa Irmã Faustina Kowalska, e é hoje celebrada no mundo inteiro
Santa Ir. Faustina Kowalska, conhecida hoje como Santa Faustina, nasceu em Głogowiec, perto de Łódź (Polônia), aos 25 de agosto de 1905, vindo a falecer ainda jovem, em Cracóvia (Kraków), aos 05 de outubro de 1938. Pertencia à congregação das “Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia.” Ela entrou na congregação em 1924 e ficou apenas 14 anos, até o momento de sua morte. É reconhecida como a “apóstola da Divina Misericórdia”.
"Ajuda-me, Senhor, que minhas mãos possam ser misericordiosas e cheias de boas ações. Eu só sei fazer o bem ao próximo, tomar sobre mim o trabalho mais pesado. Ajuda-me, que o meu pé possa ser misericordioso, para que eu possa correr para ajudar o meu próximo, vencendo a própria fadiga e cansaço. Meu verdadeiro descanso está a serviço dos outros. Ajuda-me, Senhor, que meu coração seja misericordioso, para que eu possa sentir em mim todos os sofrimentos dos outros..." (Santa Faustina, Diário, 163).
http://arqrio.org/formacao/detalhes/70/a-divina-misericordia-transborda-sobre-nos











Que neste segundo Domingo da Páscoa, o da Misericórdia, Deus abençoe a todos!

Se você não conseguir imprimir me peça pelo email:

marisa.afn@gmail.com

quinta-feira, 10 de abril de 2014

ATIVIDADES DE PÁSCOA







 LEMBRANCINHA DE PÁSCOA






 

MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES



 





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quarta-feira, 12 de março de 2014

SEIS PASSOS PARA VIVER BEM A QUARESMA



Seis passos para viver bem a Quaresma

A Quaresma é um tempo de graça, um verdadeiro Kairos, tempo da manifestação de Deus. Esse período tem como característica duas realidades muito importantes: 

1ª: Olhar para Jesus; 
2ª: Conversão. 


Nesse tempo, somos levados pela Igreja a seguir Jesus em Seus últimos momentos de vida na terra para – junto com Ele – aprendermos o que é o amor e a misericórdia. 







Quaresma é também conversão, revisão de vida e mudança de atitude. Tudo concorre para isso nesse período: 
a liturgia, os cânticos, as orações.

É tempo de olhar para tudo o que temos vivido e como o temos vivido: 

nossos relacionamentos em casa, no trabalho, na escola, nosso relacionamento com Deus. Será que Ele tem sido o nosso tudo? Nossa relação com Ele é de confiança, de intimidade e amor?




Algumas atitudes nossas podem nos ajudar a mergulhar fundo nessa graça. Por exemplo:

1. Aproveite esse tempo para silenciar um pouco, criar um clima de interioridade, evitando músicas muito altas em casa, no quarto; valorizando as que nos levam a uma maior reflexão e oração.

2. Separe um tempo do dia para a oração pessoal. Crie em sua casa ou no seu quarto um pequeno altar, ali coloque um crucifixo, uma vela, a Bíblia aberta, para que o ambiente seja convidativo à oração.

3. Nas sextas-feiras, se for possível, medite as estações da Via-Sacra. Isso o ajudará a mergulhar no mistério da Paixão do Senhor.



4. Durante o tempo quaresmal se proponha a também fazer obras de misericórdia. Por exemplo: visitar um doente, visitar um asilo, levar alguma ajuda concreta a uma família mais carente, como roupas que você já não esteja usando ou alimentos. 


Tudo isso gerará em seu coração um sentimento de alegria por poder fazer algo de bom a alguém.

5. Quaresma também é tempo de perdoar e de pedir perdão. Se você tem alguém a quem precisa perdoar, peça a Deus a graça de conceder esse perdão e se foi você que feriu esse alguém, dê o passo em direção à pessoa e peça-lhe perdão. É tempo de reconstruir as pontes de reconciliação.



6. A confissão é fundamental nesse período, não deixe para a última hora, procure o sacerdote no decorrer da Quaresma para que, auxiliado pela graça desse sacramento, você colha todos os desse tempo.





O importante é que você e eu tomemos consciência de tudo 
o que o Senhor deseja realizar em nossas vidas 
e nos esforcemos para não deixar a graça passar. 


FELIZ E SANTA QUARESMA!



Padre Paulo Ricardo de Azevedo
Consultor da Congregação do Clero, em assuntos de catequese junto à Santa Sé; professor de Filosofia e Teologia; e reitor do Seminário Cristo Rei de Cuiabá (MT)

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

ATIVIDADES DE QUARESMA 3 E PÁSCOA


Na quarta-feira de cinzas iniciamos o tempo de preparação para a maior festa dos cristãos: a Páscoa!
Festa da vitória de Jesus sobre a morte. 
Ele está vivo e no meio de nós!
O melhor jeito de participarmos é preparando nosso coração com orações, boas obras, jejum e, para quem já fez a 1ª Eucaristia, o Sacramento da Confissão ou Penitência.
Seguem abaixo algumas atividades para enriquecer o nosso conhecimento e poder acompanhar de perto todas as celebrações com muita devoção.
Agradeço aos catequistas que disponibilizaram na net estas atividades que compartilho com vocês. 






1- Jesus põe ordem no templo
2-Jesus ceia com os discípulos
3-Jesus ora no Getsêmani
4-Jesus recebe o beijo de Judas
5-Jesus é preso
6-Jesus é interrogado por Pilatos
7-Jesus recebe uma coroa de espinhos
8-Pedro nega Jesus
9-Jesus é pregado na cruz
10-Em pleno dia ficou tudo escuro
11-Jesus é envolto em lençóis de linho





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marisa.afn@gmail.com

terça-feira, 9 de abril de 2013

PÁSCOA:"O Senhor venceu o pecado e a morte!"


 ...DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO


É sempre bom lembrarmos que a Páscoa cristã teve a sua origem no judaísmo: ainda é uma festa celebrada solenemente pelos judeus, comemorando a passagem deste povo pelo Mar Vermelho, deixando atrás de si séculos de escravidão.






A dramática noite de saída das terras do Egito em direção à Terra Prometida é celebrada até hoje pelo povo da Antiga Aliança.



Nosso Senhor Jesus Cristo celebrou muitas vezes esta Festa judaica. Sua última e derradeira Páscoa,

Ele a quis celebrar com seus Apóstolos, no Cenáculo.







Foi exatamente nesta celebração, que deixou-nos instituída a Sagrada Eucaristia, alimento especial, Maná da vida eterna.



Portanto, a Páscoa cristã enraíza-se naquela 
que os judeus celebravam, no sentido de ter nela 
uma imagem de sua realidade: 
nós cristãos,na Páscoa, celebramos a passagem de Jesus Cristo, 
Nosso Senhor, da morte para a vida, 
ou seja, a vitória definitiva da 
Graça de Deus sobre o pecado. 




As trevas do pecado são destruídas pela luminosa Luz que é o Cristo Ressuscitado. “Com sua morte, Ele destruiu a morte e com Sua Ressurreição, deu-nos a vida”.









Assim, a celebração pascal e o decorrente tempo pascal são vividos com profunda alegria.
A mensagem que a Igreja proclama nestes dias é a mensagem da alegria, da esperança: 











O Senhor venceu o pecado e a morte.
Exultemos de alegria!
Cristo ressuscitou!









Pelo Batismo, cada um de nós começa a ter participação neste processo salvífico de passagem da morte para a vida definitiva. 
Nas águas batismais, encontramos a fonte da regeneração 
para a vida eterna.




Aí, recebemos um novo destino: 
a felicidade eterna 
com Deus, no céu. 

 Esta graça deve-se à entrega generosa de Cristo na cruz 
e à sua vitória sobre o pecado e a morte.





Esta é a grande notícia que a Igreja proclama na Páscoa:
Cristo está vivo!





Como nos diz São Paulo, na Carta aos Coríntios: “Ele apareceu para mais de quinhentos irmãos”. 








É o testemunho de São Paulo, que hoje se faz atual, e que produz esta alegria tão grande entre nós.
Este testemunho ainda tão vivo, no passado, levou muitos de nossos primeiros irmãos na fé a anunciarem o Evangelho de Cristo em um mundo pagão.

Hoje somos nós os que somos chamados a anunciar com nossa vida, com nosso amor a Cristo, com nossa participação na Igreja de Cristo esta alegre notícia pascal.
Nosso Senhor garantiu isto à sua Igreja: 
“Eis que estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”.






Cristo venceu a morte. 
Ele está vivo no meio de nós!!!




Adaptado de:

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A espiritualidade da lâmpada- "Jesus Cristo, a luz do mundo"


  “FAÇA-SE A LUZ!”

Para fortalecer nossa espiritualidade segue uma sugestão 
para vocês realizarem na Pastoral 
Catequética de sua Paróquia:


Antes mesmo que se inventasse 

a roda, a humanidade 

inventou a lâmpada. 

Durante milênios as pessoas utilizaram lamparinas de barro ou metal abastecidas com azeite de oliva,
para afugentar a escuridão da noite. 
E por quê? 




Porque a vida precisa de luz!
 Mesmo os animais que habitam as profundezas dos oceanos, 
aonde não chega a luz solar, 
produzem a sua própria luminosidade para sobreviver; 
encontrar alimentos, afugentar predadores, 
encontrar os irmãos da mesma espécie.

 A luz encontra-se tão ligada à origem da vida 
que o autor do primeiro capitulo do Gênesis sabiamente 
a colocou como a primeira criatura de Deus: 
“Faça-se a luz!”(Gn 1,3). 

Todos os seres vivos existem não para as trevas, 
mas para a luz.



Com a humanidade acontece 
o mesmo. O domínio da tecnologia do fogo foi 
decisivo para que o homem descobrisse como moldar a natureza e sobreviver à noite. Antes disso, a noite era 
a hora da morte, em sobrevinham as feras, 
os ladrões e assassinos.



Por isso, a lâmpada adquiriu também um importante 
significado simbólico de proteção, segurança, orientação, vida. 

Logo as lâmpadas dos candelabros passaram a fazer parte 

dos rituais sagrados das mais diversas religiões.
Para o povo de Israel, a lâmpada possui um significado 
todo particular: lembra nada menos que a Páscoa,
a libertação do Egito, o acontecimento central da fé dos judeus.

Quando saíram da terra da escravidão, os israelitas foram,
guiados por uma coluna luminosa que era a própria
presença do Senhor no meio deles (cf. Ex 13, 21s).

Por isso a celebração judaica do Sábado (Shabbat)
inicia-se com o acender as luzes da casa. 
Essa tradição foi incorporada pelos cristãos à cerimônia 
da Vigília Pascal, em que se abençoa o fogo
e se acende o círio, sinal do Cristo Ressuscitado.

Na Bíblia, a palavra hebraica nir significa,
ao mesmo tempo, “luz” e “lâmpada”.

Esse dado é interessante porque nos faz ver que,
para a mentalidade israelita, é realmente importante,
sobretudo quando ela falta, ou seja, à noite
quando é preciso manter as lâmpadas acesas.
A função da luz é afugentar a treva, 
onde existe morte, medo, desorientações.

Viver na luz, em sentido bíblico e místico,
é viver na presença de Deus, 
viver em constante Páscoa, permitindo
que o Senhor afugente com seu poder
as trevas de nossas escravidões pessoais e sociais.
A luz de Deus é sempre luz de lâmpada, luz que transforma, 
luz feita para eliminar a noite do pecado, da maldade, da morte.






“Tua palavra é lâmpada para meus pés e luz para o meu caminho!” (Sl 119,105)



Para viver na liberdade adquirida na Páscoa, 
Deus presenteou o seu povo
 com a sua palavra. 



Escutar a Palavra e colocá-la em prática é o centro 
da vida religiosa de Israel; 

“Ouve, oh, Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor! 
Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, 
com toda a tua alma e com todas as tuas forças. 
E trarás gravadas no teu coração todas estas palavras 
que hoje te ordeno” (Dt 6,4-6)


A palavra de Deus torna-se para o povo da aliança 
a nova coluna luminosa que aponta a direção da liberdade: 


O mandamento do Senhor é brilhante, 
para os olhos é uma luz!(Sl 19,9)


Para viver na luz, é necessário ouvir a Palavra,
meditá-la, praticá-la, transmiti-la.

Ela é a lâmpada que permite ao povo de Deus perseverar
 no caminho da fidelidade à aliança com Javé:


“Tua Palavra é uma lâmpada para os meus pés 
e uma luz para o meu caminho” (Sl 119,105).

Do contrário, sem ouvir a Palavra,
 Israel retorna à sua escravidão podendo praticar
desumanidades piores do que as que sofria sob o jugo dos egípcios.
Entra aí o papel dos profetas, por meio dos quais Deus continuamente convida seu povo a sair das trevas
deixando-se guiar pela luz da Palavra:

“O povo que andava nas trevas viu uma grande luz.
Para os que habitavam nas sombras da morte 
uma luz resplandeceu!”(Is 9,1)

Para os cristãos essa “grande luz” resplandecente
para toda a humanidade é Jesus Cristo, a luz do mundo:


“Eu sou a luz do mundo!” (Jo 8,12)


Jesus Cristo
é a Palavra do Pai:
Palavra por meio da qual
foi criado o mundo.
Palavra que foi dada
como lâmpada a Israel.
Palavra sempre renovada
na boca dos profetas.




Nessa Palavra eterna, 

“estava a vida e a vida era a luz dos homens. 
Essa luz brilha nas trevas, 
e as trevas não conseguirão apagá-la” (Jo 1, 4-5)

Quando chegou o tempo oportuno, essa
Palavra se fez homem e habitou entre nós” (Jo 1,14),

na pessoa do jovem carpinteiro de Nazaré.
Seu jeito revolucionariamente amoroso de viver, resgatando
a todos os que foram jogados nos porões do mundo
-doentes, prostitutas, pecadores, crianças, pobres, ricos, etc.-

relativizando as hipocrisias religiosas de sua época,
ensinando de modo simples a vontade do Pai,
era nada menos que a Palavra eterna de Deus viva
no meio dos homens, a luz brilhando intensa 
e incomodamente no meio das trevas.
As trevas tentaram apagá-la na noite da cruz. 
Mas a vida brilhou para sempre 


na manhã sem fim da ressurreição!


Cristo é a Lâmpada do Pai, o farol da humanidade, 
“o Sol nascente que nos veio visitar, lá do alto, 
como luz resplandecente, para iluminar os que 
vivem nas trevas e nas sombras da morte” (Lc 1,78). 

É Ele o astro que aquece e ilumina o povo de Deus 
como diz o autor do Apocalipse a respeito da Nova Jerusalém: 

“A Cidade não precisa do sol nem da luz para ficar iluminada, pois a glória de Deus a ilumina e a lâmpada é o Cordeiro” (Ap 21,23)


“Você é a luz do mundo!” (Mt 5,14)





Seguir Jesus é ouvir e viver a Palavra tornada gente 
no seu modo de viver: 

“Eu sou a luz do mundo. 
Quem me segue não andará 
nas trevas, mas terá 
a luz da vida” (Jo 8,12). 






O discípulo de Jesus, no desejo de assemelhar-se ao Mestre 
também se torna lâmpada, luz para transformar o mundo: 

“Você são a luz do mundo!
Ninguém acende uma lâmpada para colocá-la debaixo 
de uma vasilha, e sim para colocá-la no candeeiro, 
onde ela brilha para todos os que estão na casa. 
Assim a luz de vocês brilhe diante dos homens para 
que eles vejam as boas obras que vocês fazem 
e louvem o Pai que está nos céus!” (Mt 5,15-16)

Viver na luz é belo, mas não é fácil.
Também o escuro tem os seus atrativos e seduções.
Às escuras é que se fazem as coisas escondidas,
longe do julgamento alheio.

No escuro, podemos atender os nossos desejos mais
imediatos sem sermos incriminados por ninguém.

Viver nas trevas é bastante cômodo 
e instantaneamente prazeroso. 
É viver como se, pelo menos por um momento, 
Deus, não existisse. 

É viver como se não existisse a verdade, 
a justiça ou a ética. 
Viver nas trevas é tentar esconder-se de Deus, 
como o homem e a mulher no paraíso, 
após terem comido o fruto proibido. (cf. Gn 3,8)

Mas o homem e a mulher não conseguem se esconder de Deus, porque não conseguem esconder-se de si mesmo. 
O ser humano nasceu para a luz- sua alma é luz, 
sua consciência é luz, sua razão é luz que busca a verdade 
e a clareza nas coisas: 

“O espírito do ser humano é uma lâmpada de Javé, 
que sonda as profundezas do ser” (Pr 20,27).



Nossa vocação mais que viver na luz, é sermos luz.

Não uma luz inútil, acesa durante o dia, 
mas uma lâmpada que 
– assim como nosso Senhor Jesus Cristo - 
arde onde as trevas precisam ser afugentadas, 
onde a vida se encontra ameaçada, onde há pessoas 
tratadas como coisas, onde a verdade se encontra distorcida, 
onde a alegria desapareceu, onde o ódio pisoteou o amor. 

“Onde houver trevas que eu leve a luz” (São Francisco de Assis).







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