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sábado, 27 de maio de 2017

DINÂMICA-CELEBRAÇÃO DE PENTECOSTES

CELEBRAÇÃO DE PENTECOSTES

Ambiente: Na Igreja ou sala onde acontecer a celebração (pode ser com pouca luz), um local para colocar o círio pascal (ou uma vela maior) e 7 velas, simbolizando os dons do Espírito.

- Convidar a todos a um clima de silêncio e oração.


Animador: Queridas crianças, sejam todos bem-vindos a este encontro de oração. É a festa de Pentecostes. Este é dia em que o Povo de Deus lembra a aliança que Deus fez conosco e a lei que Ele nos deu. Jesus e os apóstolos também celebravam esta festa. Nós nos prepararemos para a festa de Pentecostes, na reflexão e no louvor. Reviveremos intensamente a vinda do Espírito Santo cinquenta dias após a Páscoa. Receberemos uma nova força do Espírito Santo para sermos testemunhas do Cristo Ressuscitado em nossa família, nossa comunidade e em nossa Igreja, com um novo Pentecostes.
Todos: Ó luz do Senhor, que vem sobre a terra, inunda meu ser, permanece em nós

Animador: É o Espírito Santo quem fortifica e anima a nossa caminhada de iniciação à vida Cristã e nosso compromisso com a vida e com a nova realidade humana e cristã. (Acender o círio Pascal ou a vela maior)
Todos: A luz de Cristo Ressuscitado, brilhe hoje, em nossa noite, acabando com toda a escuridão.

(Erguendo bem a vela todos cantam)
Refrão: Deixa a luz do céu, entrar. Deixa o sol em ti nascer. Abre bem as portas do teu coração. E deixa a luz do céu entrar.

Todos: Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo. Fazei que apreciemos retamente todas as coisas, segundo o mesmo Espírito, e gozemos sempre da tua consolação. Por Cristo Senhor Nosso. Amém

Canto: Sim, eu quero que luz de Deus que um dia em mim brilhou. Jamais se esconda e não se apague em mim o seu fulgor. Sim, eu quero que o meu amor ajude o meu irmão, a caminhar guiado por tua mão, em tua lei, em tua luz, Senhor! 

Animador: Façamos um instante de silêncio. Lembremos a vida e a esperança que sustenta e alimenta nosso caminho de Iniciação à vida cristã.
(Após o silêncio todos de pé acolhem sete crianças que entram de diferentes pontos da Igreja com túnicas coloridas (ou cada um trazendo escrito um dom) introduzindo sete velas acesas, simbolizando os dons do Espírito e as coloca junto ao círio pascal num lugar previamente preparado para isto e canta-se)

Canto: A nós descei, divina luz! (Bis) Em nossas almas acendei o amor, o amor de Jesus, o amor, o amor de Jesus.

Animador: “Homens da Judéia e todos vocês que se encontram em Jerusalém, prestem atenção e fiquem sabendo que Deus tornou Senhor e Cristo aquele Jesus que vocês crucificaram”. 

Escutemos a Palavra de Deus. 
Proclamar Atos 2,1-13

Animador: Façamos silêncio em nosso coração para revivermos mais intensamente os sentimentos experimentados pelos apóstolos.

Breve reflexão: Reunidos com Maria, em oração, trancados por medo dos Judeus Esperavam o Espírito prometido por Jesus. O prodígio foi ainda maior, pois pessoas que falavam as mais diversas línguas entenderam perfeitamente o que diziam os apóstolos. Eles falavam a linguagem do amor. Nossa Igreja, em meio a tantas dificuldades, precisa de profetas, de pessoas que, animadas pelo Espírito, testemunhem sua fé e doação à causa do Evangelho. Diariamente, em nossa comunidade, convivemos com pessoas que são verdadeiros profetas. São pessoas que exercem o voluntariado, são agentes de pastoral, ministros, catequistas que não medem esforços para promover a vida e resgatar a dignidade humana agredida e ferida de tantos irmãos. Vamos ouvir atentamente os testemunhos de algumas dessas pessoas que tanto admiramos.
(Breves testemunhos de líderes ou catequistas presentes que contem como o Espírito está operando neles podem ser dados nesse momento)

Animador: A nossa Igreja celebra mais um ano de existência, pois foi no dia de Pentecostes que, pela ação do Espírito Santo, teve início a primeira comunidade de pessoas que manifestaram publicamente e corajosamente sua fé no Senhor Jesus morto e ressuscitado. Digamos após cada reflexão:
Todos: Vem Espírito Santo! Renova a face da terra;
Leitor 1: Inspirados e animados pelo Espírito Santo, milhares de missionários deixaram tudo para anunciar a Boa Nova de Jesus nos cinco continentes, enfrentando todo tipo de dificuldade para que o seu Reino se estendesse no mundo todo, rezemos:Vem Espírito Santo! Renova a face da terra;
Leitor 2: Isso tudo é maravilhoso, mas não podemos fechar os olhos diante de tantos cristãos e cristãs que vivem sem valorizar a presença do Espírito Santo em suas vidas. Embora batizados, eles são pessoas carentes de espiritualidade e de ardor missionário. Rezemos:Vem Espírito Santo! Renova a face da terra;
Leitor 1: Pedro que, por medo, chegou a dizer que não era discípulo de Jesus, mas com a vinda do Espírito Santo ele muda completamente e apresenta Jesus como o único Salvador do mundo. Rezemos: Vem Espírito Santo! Renova a face da terra;
Leitor 2: Todos somos responsáveis pela vida, pelo anúncio de Jesus, de crescermos na fé e de viver o compromisso cristão recebido no Batismo pela força do Espírito. Rezemos: Vem Espírito Santo! Renova a face da terra;
Animador: A primeira comunidade cristã, com a força do Espírito Santo, já nasceu missionária. Os cristãos viviam unidos, rezando, comungando o corpo de Jesus. Rezemos também, todos juntos de mãos dadas, a grande oração do Senhor: Pai Nosso...
Animador: Dom Helder Câmara, grande profeta, afirmou: “Sem o Espírito Santo, tudo parece tão estranho: Deus parece estar distante; Cristo, algo do passado; o Evangelho, letra morta; a Igreja, uma simples empresa; a autoridade, um domínio; a missão, uma propaganda; o agir cristão, uma moral de escravos”.
Todos: Vem, Espírito Santo de Amor. Vem a nós e traz à Igreja, um novo vigor.
Oração: Ó Deus, com a fecundidade do teu Espírito animaste a vida e a missão dos primeiros discípulos e discípulas de Jesus. Ilumina com o mesmo Espírito os nossos corações, e acende neles o fogo do teu amor, para que sejamos testemunhas da tua Ressurreição. Pedimos isso em nome de Jesus, nosso Senhor.
Todos: Amém
Bênção final:
Animador: “Homens da Galileia, por que ficais aí olhando para o céu? ”. Hoje também o Espírito Santo nos impele a sairmos de nós mesmos para anunciar a Boa Nova da justiça, da paz, da alegria, da vida e do amor.
Todos: Queremos anunciar Jesus, com a força do teu Espírito
Animador: Revestidos pelo Espírito Santo, vamos anunciar Jesus ressuscitado ao mundo inteiro. Ele nos disse: “Vós sereis minhas testemunhas até os confins do mundo”.
Todos: Queremos anunciar Jesus, com a força do teu Espírito
Animador: O Deus que derramou em nossos corações o Espírito Santo do seu filho nos encha de alegria e consolação, agora e sempre. “Ide, portanto, pelo mundo inteiro e fazei discípulos meus todos os povos, ensinando e batizando em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.
Todos: Queremos anunciar Jesus, com a força do teu Espírito
Animador: Vamos em paz, na certeza de que o Senhor estará conosco todos os dias até o fim dos tempos.
Todos: Queremos anunciar Jesus com a força do teu Espírito!

(Cada catequizando recebe uma vela ou um cartão com um símbolo do Espírito Santo com a frase: “O Espírito Santo habita em mim”.

Adapatado de: http://www.catequeseivc.net.br/2015/05/vigilia-de-pentecostes-na-catequese.html

quinta-feira, 5 de junho de 2014

domingo, 27 de abril de 2014

ATIVIDADES DE PENTECOSTES



Para enriquecer os encontros de catequese sobre Pentecostes
com a colaboração de amigos catequistas na net.
































MENSAGEM


SÍMBOLO DO ESPÍRITO SANTO





CARTÃO/MARCA-PÁGINA


Se você não conseguir imprimir me peça por email:
marisa.afn@gmail.com

domingo, 28 de abril de 2013

PENTECOSTES: O caráter divino da Igreja



“Onde está a Igreja aí está o Espírito Santo!”



Pela vida da Igreja, e sua história, podemos ver com clareza a sua transcendência e divindade. Nenhuma instituição humana sobreviveu a tantos golpes, perseguições, martírios e massacres. A sua divindade provém, antes de tudo, d’Aquele que é a sua Cabeça, Jesus Cristo. Ele fez da Igreja o Seu próprio Corpo (cf. Cl 1,18).

Podemos dizer que, humanamente falando, a Igreja, como começou, tinha tudo para não dar certo. Em vez de escolher os “melhores” homens do Seu tempo: generais, filósofos gregos e romanos, entre outros, Jesus preferiu escolher doze homens simples da Galileia, naquela região desacreditada pelos próprios judeus. “Será que pode sair alguma coisa boa da Galileia?” (Jo 1,46).

Para deixar claro a todos os homens de todos os tempos e lugares, o Senhor preferiu “escolher os fracos para confundir os fortes” (I Cor 1, 27), e também para mostrar que “todo este poder extraordinário provém de Deus e não de nós” (II Cor 4,7); para que ninguém se vanglorie do serviço de Deus.

Aqueles doze homens simples, pescadores na maioria, “ganharam o mundo para Deus” na força do Espírito Santo, que o Senhor lhes deu no dia de Pentecostes. “Sereis minhas testemunhas… até os 

confins do mundo”(At 1, 8). Pedro e Paulo, depois de levarem a Boa Nova da salvação aos judeus e aos gentios da Ásia e Oriente Próximo, chegaram a Roma, a capital do mundo na época, e ali implantaram o Cristianismo. Pagaram com suas vidas sob a mão criminosa de Nero, no ano 64, juntamente com tantos outros mártires, que fizeram o escritor cristão Tertuliano (220) dizer que: “o sangue dos mártires era semente de novos cristãos”. Estimam os historiadores da Igreja em cem mil mártires nos três primeiros séculos. Talvez isso tenha feito os Padres da Igreja dizerem que “christianus alter Christus” (o cristão é um outro Cristo).

Mas esses homens simples venceram o maior império que até hoje o mundo já conheceu. Aquele que conquistou todo o mundo civilizado da época, não conseguiu dominar a força da fé. As perseguições se sucederam com os Césares romanos, até que Constantino, cuja mãe se tornara cristã, Santa Helena, se converteu ao Cristianismo. No ano 313 ele assinava o edito de Milão, proibindo a perseguição aos cristãos, depois de três séculos de sangue.

Mesmo depois disso surgiu um outro imperador que quis acabar com o Cristianismo, Juliano, mas deu-se por vencido, e no leito de morte exclamou: “Tu venceste, ó galileu!”. Por fim, por volta do ano 380, o imperador Teodósio tornava o Cristianismo a religião do Império. Roma fora vencida pela força da fé.


“Tu és Pedro; e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja [...] e as portas do inferno jamais prevalecerão contra ela” (Mt 16,18). Depois da perseguição romana, vieram as terríveis heresias. Já que o demônio não conseguiu destruir a Igreja, a partir de fora, tentava agora fazê-lo a partir de dentro. De alguns patriarcas das grandes sedes da Igreja, Constantinopla, Alexandria, etc., surgiam as falsas doutrinas, ameaçando dilacerar a Igreja por dentro. Mas, ao mesmo tempo, o Espírito Santo suscitava os grandes defensores da fé e da sã doutrina, os Padres da Igreja: Inácio de Antioquia (†107), Clemente de Roma (102), Ireneu de Lião (202), Cipriano de Cartago (258), Hilário de Poitiers (367), Cirilo de Jerusalém (386), Anastácio de Alexandria (373), Basílio (379), Gregório de Nazianzo (394), Gregório de Nissa (394), João Crisóstomo de Constantinopla (407), Ambrósio de Milão (397), Agostinho de Hipona (430),
Jerônimo (420), Éfrem (373), Paulino de Nola (431), Cirilo de Alexandria (444), Leão Magno (461) e tantos outros que o Espírito Santo usou para derrotar as heresias nos diversos Concílios dos primeiros séculos.


Assim, foi vencido o perigo do arianismo de Ário, o macedonismo de Macedônio, o monofisismo de Êutiques, o monotelitismo de Sérgio, o novacionismo de Novaciano, o nestorianismo de Nestório, além de muitos erros de doutrina.

E assim, guiada pelo Espírito da Verdade (cf. Jo 16,13), que haveria

de conduzi-la “a toda a verdade”, infalível e invencível, a Igreja foi caminhando até nossos dias. Entre tantos outros combates, venceu a própria miséria dos seus filhos, muitas vezes, mergulhados nas trevas do pecado; venceu os bárbaros que queriam destruir Roma e a fé; venceu os iconoclastas que queriam suprimir as imagens sagradas; venceu os déspotas e reis que queriam tomar as suas rédeas sagradas; venceu o nazismo, venceu a força diabólica do comunismo que fez tantos mártires; enfim, venceu… venceu… e venceu…., não com a força das armas e do ódio, mas com a força
invencível da fé e do amor.
Certa vez Stalin, ditador soviético, para desafiar a Igreja, perguntou quantas legiões de soldados tinha o Papa; é pena que não sobrevivesse até hoje para ver o que aconteceu com o comunismo. Jesus deixou a Sua Igreja na terra, como “Lumen Gentium”, a luz do mundo, até que Ele volte. Todas as outras igrejas cristãs são derivadas da Igreja Católica; as ortodoxas romperam com ela em 1050; as protestantes em 1517; a anglicana, em 1534, entre outras. Só a Igreja Católica existia no século I, no século V, no século X, no século XX; só ela tem uma história ininterrupta de 20 séculos; ensinando, sem erro, o que Cristo entregou aos Apóstolos, sem omitir nada. A sucessão dos Papas é ininterrupta desde São Pedro.
Isso é um fato inigualado por qualquer outra instituição humana em toda a história. Por isso, nenhuma outra igreja pode pretender ser a Igreja que Jesus fundou. Só ela é como Jesus quis: una, santa, católica e apostólica.

A Igreja, portanto, é mais do que uma simples instituição humana, é divina; por isso, ela é como afirmou São Paulo: “A coluna e o sustentáculo da verdade” (cf. I Tm 3, 15). Assim como aquela coluna de fogo guiou os israelitas no deserto, a Igreja nos guia até o céu. Os Padres da Igreja cunharam aquela frase que ficou marcada: “Ubi Petrus, ibi ecclesia; ubi ecclesia ibi Christus” (Onde está Pedro, está a Igreja; onde está a Igreja está Cristo).

Santo Ireneu (140-202) dizia que “onde está a Igreja aí está o Espírito Santo”. E Santo Inácio de Antioquia (†107), já no primeiro século, ensinava: “Onde está Cristo Jesus, aí está a Igreja Católica”. No século IV, Santo Agostinho repetia que: “Onde está a Igreja, aí está o Espírito de Deus. Na medida que alguém ama a Igreja é que possui o Espírito Santo [...]. Fazei-vos Corpo de Cristo se quereis viver do Espírito de Cristo. Somente o Corpo de Cristo vive do seu Espírito”.

domingo, 21 de abril de 2013

PENTECOSTES- Dons carismáticos


Estamos nos aproximando da Festa de Pentecostes; 
conhecer sempre mais sobre os benefícios que o Espírito Santo nos trás é abrir-nos cada vez mais à vida de graças que o próprio Jesus nos deixou por herança. 

 Dons Carismáticos

A nossa vida espiritual tem duas dimensões, 
primeiro uma dimensão voltada para dentro de nós 
e depois outra voltada para fora.

Na segunda dimensão está a Igreja, é a dimensão de comunidade, 
a dimensão de caminhar com o povo de Deus, 
e Deus nos concede então os dons carismáticos, 
que não são necessariamente para nós, mas para os outros, 
por exemplo o dom da sabedoria que não é a sabedoria 
para alimentar a nós mas para alimentar os outros;
não apenas para nos orientar, como o dom da fé, da ciência, o dom de cura, de milagres que são dons, como diz São Paulo, para o bem da Igreja, para os outros, para utilidade de todos.

Quando nós exercemos os dons carismáticos não quer dizer 
que já somos santos, porque Deus pode usar quem Ele quiser 
da maneira que quiser, mas é preciso dizer que quanto mais santo 
a pessoa for, mais disponível está para Deus, 
por isso os dons carismáticos não estão separados dos dons 
de santificação, e eu até diria que existe uma grande interface 
entre eles, quanto mais a pessoa vive os dons de santificação 
mais aptidão ela tem para viver os dons carismáticos.

Na dimensão interior estão os Dons de Santificação.

Os Dons Carismaticos são:

- Dom da Fé

- Dom da interpretação

- Dom da Profecia

- Dom da Cura

- Dom de línguas

- Dom de Milagres

- Dom do Discernimento

- Palavra de Ciência

- Palavra de Sabedoria

Prof. Felipe Aquino



"O inimigo age sorrateiramente. Para distinguir sua ação em nosso ambiente, o único meio é o Espírito Santo; ninguém tem por si discernimento. 
Paulo VI destacou em um de seus pronunciamentos: "O dom dos dons para os tempos de hoje é o discernimento". E é mesmo, do contrário somos levados por ventos de várias doutrinas, a mesmo, sem saber para onde vamos.
Para possuir discernimento, o básico é aprender a ouvir o Senhor; suas emoções, inspirações. Muitas vezes o sentimento dentro de nós, movendo-nos: 

"Faça assim, não diga aquilo", mas em geral sepultamos isso, fazendo até o contrário. O Espírito Santo dá o dom do discernimento àqueles que estão n'Ele, imersos, banhados n'Ele. Àqueles que dão tempo à escuta, à oração, à Palavra. 

Temos de ser dóceis à condução do Espírito. É muito necessário distinguir o que vem de Deus, de Jesus, do Espírito Santo, de Maria, dos anjos. Caso contrário, tudo se confunde na nossa cabeça. Deus quer nos dar essa graça, o dom de discernimento dos espíritos, que

é resultado de nossas caminhada pela tenda da oração. 

É preciso caminhar, progredir e perseverar nos grupos de oração, na Palavra de Deus, na docilidade e no trabalho do Senhor. Assim, vamos nos constituindo terreno cada vez mais próprio para a semeadura. Percebemos que uma palavra não vem de Deus, mas do maligno, quando ela nos faz mal, nos agride. 

A falta de discernimento é própria dos iniciantes e dos imaturos. 
É claro que Deus nos salva nessas situações. 
Temos sido salvos por Ele, que quer nos dar, cada vez mais, 
o discernimento dos espíritos, a capacidade de perceber e de sentir em nós o que é de Deus e o que não é; 
o que vem do Espírito Santo e o que vem do mal. 

Temos de ser cuidadosos 
quanto a isso: pois em nosso espírito humano se misturam 
o orgulho, a vaidade, o ciúme, 
a inveja, rivalidades 
e competições com os outros. 

Se não temos o discernimento dos espíritos, podemos pensar que vem de Deus algo que na verdade não vem. 
Trata-se apenas de orgulho e vaidade de minha parte, 
e eu engulo tudo como se fosse de Deus. 



O senhor tem para nós esse grande dom, 
esse precioso dom que é o discernimento dos espíritos. Embora ele seja um dom, embora nos seja dado gratuitamente, é resultado, também, da nossa caminhada. Precisamos caminhar e amadurecer e o que nos amadurece é a perseverança, 
a oração, a Palavra de Deus e a docilidade. 
E com a maturidade vem também o discernimento dos espíritos." 

Que Deus  nos dê esse grande dom!


Peçamos a Jesus a graça da caminhada, do crescimento, para que possamos trilhar o seu caminho com perseverança. 
Peçamos que, amadurecidos, crescidos e arraigados em Jesus, tenhamos todo discernimento, para poder servir ao Senhor cada vez melhor; como bons e prudentes, filhos a quem 
o Senhor pode confiar tudo o que Ele tem de mais precioso.


ORAÇÃO
 "Senhor, Jesus, peço o discernimento dos espíritos. 
Preciso muito desse dom, para não confundir as coisas. 
Não quero saber de nada de mal, não quero confundir. 
Quero ser guiado, conduzido, orientado por ti. 
Dá-me, Senhor, o dom do discernimento dos espíritos. Amém!"



Fonte: Wiki canção nova