domingo, 15 de dezembro de 2013

ATIVIDADES DE ADVENTO E NATAL- 2


 CAÇA PALAVRAS: Achar, no texto abaixo, as palavras em letra maiúscula








 CALENDÁRIO DE ADVENTO

SE VOCÊ NÃO CONSEGUIR IMPRIMIR EU TE ENVIO POR EMAIL:
marisa.afn@gmail.com

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A Imaculada Conceição e o Advento



A Solenidade da Imaculada Conceição 
se celebra no “coração” do Advento.

O tempo do Advento é o tempo 
de Maria por excelência, mais do que qualquer outro tempo litúrgico, 
pois é nele que a vemos 
em mais íntima relação com seu Filho.
O amor de Mãe é, sem dúvida alguma, o mais forte, o mais pleno modo de se relacionar, de “ser para”(esse ad).

É o amor que gesta, gera, nutre e cuida. Maria, desde o início da criação, é Aquela que foi “concebida”, no projeto de Deus, para realizar esta missão de amor, missão paradigmática para todas as mães, de todas as épocas e idades.

 Maria é plenamente Mãe porque é a nova Eva, a mãe de todos os que estão vivos. Aquela que se encontra unida 
ao Filho de Deus “por vínculo estreito e indissolúvel”(Cf. LG 53) e, 
por isso mesmo, sem o pecado original.
Se o Senhor veio no primeiro Natal, 
por meio de Maria, 
o mesmo Senhor vem, ainda hoje, 
nos nossos natais litúrgicos, 
também através d’Ela.




Em Maria, se cumpre, então, o mistério do Advento. 
Ela é a aurora que precede, que anuncia, que traz em seu seio 
o Dia Novo que está para surgir.


Assim como na aurora se projeta a luz do Sol, de onde surge a vida, assim também, em Maria Imaculada, se reflete o poder da Redenção, do Sol da Justiça, do Salvador que está para vir. A Solenidade da Imaculada Conceição, no tempo do Advento, constitui desta forma, a mais profunda preparação para o Natal.
“Faça-se em mim segundo a tua Palavra!” (Cf. Lc 1,37).





Maria nos mostra, pela vinda do Verbo a seu corpo, 
através de sua humildade radical, como nós, seus filhos, 
podemos também nos tornar sinais desta presença, 
deste amor, desta misericórdia infinita de Deus, em nossas ações. 
O Verbo Eterno pode também estar vivo 
dentro de nós, pela graça. 
Somos habitados por Deus.

Maria nos ensina ainda como devemos ser quando hospedamos, pela graça, o Filho de Deus em nós.
 
A primeira resposta de Maria 
ao dom da maternidade divina 
foi sair de si mesma e servir. 
Ela vai logo ver sua prima Isabel 
que está esperando um bebê 
e precisa de ajuda. 
Ela foi socorrer alguém em necessidade, 
não com palavras bonitas, mas 
com ações, com atos concretos 
de ajuda, de serviço, de amor. 


Maria nos ensina, pois, que fazer a vontade de Deus 
e não a nossa, é viver o nosso agora histórico na forma 
mais prática e simples possível, em extrema doação. 

Deus se nos manifesta sem que façamos nada de espetacular. 
Quanto mais nos doamos mais recebemos. 
Se formos transformados pela vinda do Filho de Deus, 
todos, em torno de nós, também o serão.

Que como Maria, nesta Sua Solenidade da Imaculada Conceição, em pleno Advento, possamos também nós exclamar: 

“Seja feita a Tua Vontade!”
E, assim, o Fiat de Maria na Encarnação 
e o nosso se unem ao FIAT de Jesus na Cruz, 
em uma só oração, em uma só ação.
 
Eis o sentido pleno da Liturgia 
do dia 08 de Dezembro!*


FELIZ ADVENTO COM NOSSA SENHORA 
DA IMACULADA CONCEIÇÃO!


*Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO 
ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG.

http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/eurico/41.htm

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

AVALIAÇÃO DA CATEQUESE

AMIGOS (AS) CATEQUISTAS!!!
Natal...
Final de ano... 
É hora de planejamento para o próximo, buscando acertar mais, 
crescer mais, anunciar mais, celebrar melhor... 
Por isso avaliar é importante!! 
Na sequência temos 2 modelos de avaliação. 
Espero que possa ajudá-los no processo de fazer 
uma catequese sempre mais com o rosto de Cristo!!!
Avaliação da Catequese como meio de crescimento
“Educar na fé é como percorrer um caminho”. Partimos de um lugar, ou seja: 
das condições de vida e de fé dos nossos catequizandos e a partir daí,tentamos chegar a um destino, esse é sempre Jesus, “o caminho de Cristo «leva à vida»“, mas precisamos conhecer o itinerário que nos é fornecido pelos objetivos propostos pelos catecismos e guias e ou aqueles que o grupo define de acordo com o Pároco e ou coordenação.
Para fazer o caminho, usamos determinadas estradas, que são as atividades e método que utilizamos ao longo do ano.
Avaliar é uma atividade de catequese (como qualquer outra, ex.: acolhimento) que deveríamos usar com frequência, para saber onde estamos, em relação ao itinerário previsto e se precisamos fazer correções ou mesmo pedir ajuda. 
Pois quando reconhecemos que não há progressão,quando as dificuldades do caminho não nos deixam avançar, apesar da oração e dos nossos esforços, é indispensável (obrigatório) colocar o problema à coordenação e ao Pároco.
É hora de ancorar o barco e refletir.Porque se continuo a avançar deixando os problemas acumulados dificilmente encontro o caminho, perco o rumo, criando uma falsa caminhada que pode deixar marcas graves.
Ao avaliarmos, temos de fazer perguntas sobre nós mesmos. 
Isso ajuda-nos a ver com mais lucidez o que andamos a fazer.Torna-se mais claro o que fazemos,se estamos a fazer bem ou se estamos a fazer menos bem ou mal. Ao avaliarmos damos significado à catequese. 
Aprendemos a interpretar a realidade e a prever os possíveis efeitos 
para preparar melhor o futuro.
Ao avaliar, estaremos  promovendo a criatividade, evitando repetir os mesmos erros.Ao avaliarmos tentamos melhorar a catequese.
Cada avaliação tem como fim último ajudar os catequistas e os catequizandos a ficarem mais próximos do Evangelho.
O tempo da avaliação é um convite à conversão. É um estímulo a uma maior coerência evangélica. Toda a avaliação de qualidade deve ser integral.
Avaliar o ser, saber e o saber fazer.
Avaliar os conhecimentos e as competências é relativamente fácil; mas julgar o saber ser é muito mais delicado. 
Nunca é demais recordar que não se avaliam atividades- por exemplo: a celebração correu bem – isso não é avaliar o principal- 
o que se deve avaliar é o crescimento, o caminho percorrido pelos catequizandos que então seria: a maioria dos catequizandos celebrou com entusiasmo?
Com esta avaliação não se pretende fazer acusações nem premiar heróis. 
É apenas uma ajuda para vermos melhor o que fizemos. 
O que é sempre um bom ponto de partida para melhorar. 
“O inquérito é anônimo, não escreva o seu nome, mas procura responder dentro da sua realidade”.
Um meio eficaz é buscar inspiração na fonte da palavra de Deus.
Por vezes não basta avaliar somente a catequese.
Também o nosso desempenho pessoal deve ser alvo de reflexão, sem, contudo, cairmos no erro de nos julgarmos melhores ou perfeitos. 
Afinal, cada um tem um ou outro aspecto que pode melhorar, tem um ou outro ponto em que trabalha melhor e pode (e deve) partilhar, ajudar.
Lembre-se que avaliar é
*“rever” o caminho feito, 
*celebrar as vitórias, superar os fracassos e *reavivar as esperanças, mas acima de tudo, *CONVERTER-SE..
Que o Espírito Santo nos ilumine para que esta avaliação seja feita com o coração e fortaleça a nossa vocação de catequistas.
AVALIAÇÃO- ROTEIRO-(verificar e seguir a sequência)
*AVALIAR-ME COMO CATEQUISTA E COMO CRISTÃO 
1-Quais destas experiências de oração te ajudam a rezar melhor
·         Escuta da Palavra de Deus
·         Meditação
·         Oração espontânea de agradecimento ou de perdão
·         Rezar com os salmos
·         Oração organizada com o grupo de catequistas
·         Eucaristia
2-Qual das experiências acima é mais difícil para você? __________ 
3-Qual é a mais útil para ajudá-lo(a) a crescer como cristã(o)?_____________
4-Quais os modos de oração mais úteis para educar os catequizandos à oração? (pode indicar as anteriores ou
outras formas)___________________________________________________________________________________
*EU E OS OUTROS CATEQUISTA
1-Entre todos os momentos que viveu com os outros catequistas,  diga um dos mais fáceis,   um dos mais difíceis e   um os que mais o (a) enriqueceu?

2-O que você mais aprecia nos outros catequistas? 
·         A capacidade de atrair os catequizandos,
·         A  simplicidade,
·         A calma,
·         A preparação,
·         A  constância,
·         A alegria constante,
·         A maturidade espiritual
3-Entre estas atitudes, quais as que mais o (a) desagradam?
·         A inveja,
       A atitude de superioridade,
·         A desconfiança,
·         Estar sempre a lamentar-se de tudo e de todos,
·         O mau exemplo.

COMO MEIO DE CRESCIMENTO
1-Se sente capaz de ir falar com um catequista acerca de atitudes que você acha incorretas ou prefere calar-se?
2-Você sente a necessidade de viver, juntamente com os outros catequistas, experiências de formação espiritual, cultural e catequética? -----------------------(sim)-(não)
- Sugestões: _____________________________________________________
EU E OS CATEQUIZANDOS 
1-Quais as atitudes mais comuns quando estou com os catequizandos?
• Disponibilidade
• Escuta
• Apoio
• Ajuda
• Diálogo
OU

• Impaciência
• Cansaço
• Confronto
• Imposição
• Irritação
EU E EU MESMO (A)
1-Porque optei por fazer catequese?
  • Porque os meus amigos também são catequistas
  • Porque gosto de crianças
  • Porque o pároco me pediu
  • Porque tenho muito tempo livre
  • Porque me sinto chamado a anunciar o Evangelho
  • Para fazer novas amizades
  • Para me sentir realizado (a)
  • Para me doar de forma gratuita
  • Porque sei que deixa a minha família contente
2- Sinto-me apoiado pela comunidade cristã?
3- Qual destas expressões é mais acertada?
  • Sou catequista porque os catequizandos precisam de mim
  • Preciso anunciar, testemunhar, dizer que creio em Deus
4- O ser catequista fez amadurecer a minha experiência de fé?
5- Quais as descobertas, positivas e negativas, que fiz na minha personalidade e no meu caráter?
6- O que aprendi este ano ao fazer catequese?
7- Os catequizandos “pedem” muitas coisas ao amigo mais velho (=catequista) que os acolhe, que reza com eles, que canta, que prepara as festas, que os anima… Quais as coisas que me deram mais prazer fazer com eles e quais as que me foram mais custosas?
8- Estarei disponível para continuar na catequese?
EU E MEU PÁROCO
1-Como é meu relacionamento com meu pároco?
2-Sinto seu apoio?
3-Encontro acolhida no meu apostolado?
4-Ele é presente na caminhada catequética?
5-Existe diálogo?
“Irmãos, eu não julgo já ter alcançado Cristo. Uma coisa, porém faço: esquecendo o que fica para trás, lanço-me para o que está à frente. Lanço-me em direção à meta, para conquistar o prêmio que do alto, Deus me chama a receber no Cristo Jesus” (Fl 3, 13-14)

sábado, 16 de novembro de 2013

ATIVIDADES- CRISTO REI












SE VOCÊ NÃO CONSEGUIR IMPRIMIR EU TE ENVIO POR EMAIL:
marisa.afn@gmail.com

NATAL AUTÊNTICO: SER UM "PRESENTE" PARA JESUS




As casas começam a ficar iluminadas....




Os corações começam a ficar mais solidários;
Ninguém quer chegar ao Natal sem ter feito uma obra de caridade....
 As crianças já estão ouvindo falar do Jesus Menino....
 Sabemos que Maria e José estão a caminho de Belém....



É uma festa linda!
A maior e mais bela festa de aniversário!
 Cabe a todos nós, pais, catequistas e familiares, 
não deixar que o materialismo, 
o luxo das comemorações, sobreponha o seu verdadeiro sentido: 
está para chegar o FILHO DE DEUS!




Vamos fazer como os Pastores e os Reis Magos e ir em busca D'aquele
que é o verdadeiro Amor, Caminho, Verdade e Vida.
Busquemos em Jesus, tão pequeno e tão humilde, 
respostas para as perguntas da vida, às vezes, tão difícil.

Vamos até Ele oferecer de presente o nosso coração.

Coloquemos à sua disposição nossos dons para servi-lo 
através de seus filhos, nossos irmãos.



No Natal, é o aniversariante que se faz 
PRESENTE para nós!

Vamos enfeitar nossas casas e também nosso interior 
com tudo o que JESUS nos presenteou....


E seremos também nós, PRESENTES para JESUS!



Catequista Marisa- Paróquia Nossa Senhora do Rosário-Charqueada-SP