sábado, 16 de novembro de 2013

NATAL AUTÊNTICO: SER UM "PRESENTE" PARA JESUS




As casas começam a ficar iluminadas....




Os corações começam a ficar mais solidários;
Ninguém quer chegar ao Natal sem ter feito uma obra de caridade....
 As crianças já estão ouvindo falar do Jesus Menino....
 Sabemos que Maria e José estão a caminho de Belém....



É uma festa linda!
A maior e mais bela festa de aniversário!
 Cabe a todos nós, pais, catequistas e familiares, 
não deixar que o materialismo, 
o luxo das comemorações, sobreponha o seu verdadeiro sentido: 
está para chegar o FILHO DE DEUS!




Vamos fazer como os Pastores e os Reis Magos e ir em busca D'aquele
que é o verdadeiro Amor, Caminho, Verdade e Vida.
Busquemos em Jesus, tão pequeno e tão humilde, 
respostas para as perguntas da vida, às vezes, tão difícil.

Vamos até Ele oferecer de presente o nosso coração.

Coloquemos à sua disposição nossos dons para servi-lo 
através de seus filhos, nossos irmãos.



No Natal, é o aniversariante que se faz 
PRESENTE para nós!

Vamos enfeitar nossas casas e também nosso interior 
com tudo o que JESUS nos presenteou....


E seremos também nós, PRESENTES para JESUS!



Catequista Marisa- Paróquia Nossa Senhora do Rosário-Charqueada-SP

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

SOLENIDADE DE CRISTO REI- 2


 
Contexto:

1. A festa de Cristo Rei, instituída por Pio XI, tinha uma finalidade político-religiosa de mostrar o senhorio de Jesus sobre o mundo, acima das situações de ateísmo e falta de religião. Esta festa foi colocada, na reforma litúrgica, no final do ano litúrgico para dar a perceber que Cristo é o centro do universo e para Ele tudo conflui. 



2. Cristo, diante de Pilatos se declara rei da verdade. Ele conhece toda a verdade, por isso dá por ela a vida. A verdade é o desígnio do Pai de implantar no mundo o reino da misericórdia amorosa.
3. Todo o povo de Deus é sacerdotal, isto é, está unido a Cristo para a transformação do mundo em um mundo que sirva a Deus no culto verdadeiro que procede de um coração que ama.

Eduardo Rocha Quintella-
http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/cristorei/09.htm


Realeza de Cristo

Quando ia ser proclamado Rei pela multidão, que, cheia de admiração, rodeava-lhe, Jesus recusou tal título de honra fugindo e escondendo-se na solidão. Finalmente, na presença do governador romano manifestou que seu reino não era deste mundo.
Este reino nos mostra nos evangelhos com tais características, que os homens, para entrar nele, devem preparar-se fazendo penitência e não podem entrar, mas sim pela fé e o batismo, o qual, embora seja um rito externo, significa e produz a regeneração interior. 



Este reino unicamente se opõe ao reino de Satanás e a potestade das trevas; e exige de seus súditos não só que, separadas suas almas das coisas e riquezas terrenas, guardem ordenados costumes e tenham fome e sede de justiça, mas também que se neguem a si mesmos e tomem sua cruz.
http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/cristorei/05.htm

Por que Jesus Cristo é Rei?
Desde a antiguidade se chamou Rei a Jesus Cristo, em sentido metafórico, em razão ao supremo grau de excelência que possui e que lhe eleva entre todas as coisas criadas. Assim, diz-se que:

Reina nas inteligências dos homens porque Ele é a Verdade e porque os homens precisam beber Ele receber obedientemente a verdade;



Reina nas vontades dos homens, não só porque n'Ele a vontade humana está inteira e perfeitamente submetida à santa vontade divina, mas também porque com suas moções e inspirações influi em nossa livre vontade e a acende em nobres propósitos;

Reina nos corações dos homens porque, com sua elevada caridade e com sua mansidão e benignidade, faz-se amar pelas almas de maneira que jamais ninguém —entre todos os nascidos— foi nem será nunca tão amado como Cristo Jesus.


Entretanto, aprofundando no tema, é evidente que também em sentido próprio e estrito pertence a Jesus Cristo como homem o título e a potestade de Rei, já que do Pai recebeu a potestade, a honra e o reino; além disso, sendo Verbo de Deus, cuja substância é idêntica a do Pai, não pode ter pouco comum com ele o que é próprio da divindade e, portanto, possuir também como o Pai o mesmo império supremo e muito absoluto sobre todas as criaturas.
Agora bem, que Cristo é Rei o confirmam muitas passagens das Sagradas Escrituras e do Novo Testamento. Esta doutrina foi seguida pela Igreja –reino de Cristo sobre a terra- com o propósito celebrar e glorificar durante o ciclo anual da liturgia, a seu autor e fundador como a soberano Senhor e Rei dos reis.

No Antigo Testamento, por exemplo, adjudicam o título de rei a aquele que deverá nascer da estirpe do Jacó; que pelo Pai foi constituído Rei sobre o monte santo de Sião e receberá as pessoas em herança e em posse os limites da terra. 


Além disso, prediz-se que seu reino não terá limites e estará enriquecido com os dons da justiça e da paz: "Florescerá em seus dias a justiça e a abundância de paz... E dominará de um mar a outro, e do um até o outro extremo do círculo da terra".
Por último, aquelas palavras de Zacarias onde prediz o "Rei manso que, subindo sobre uma burra e seu filhote", tinha que entrar em Jerusalém, como Justo e como Salvador, entre as aclamações das turfas, acaso não as viram realizadas e comprovadas os santos evangelistas?

No Novo Testamento, esta mesma doutrina sobre Cristo Rei se acha presente do momento da Anunciação do arcanjo Gabriel à Virgem, pelo qual ela foi advertida que daria a luz um menino a quem Deus tinha que dar o trono de Davi, e que reinaria eternamente na casa de Jacó, sem que seu reino tivesse fim jamais. 

Finalmente, depois de sua ressurreição, ao encomendar aos apóstolos o encargo de ensinar e batizar a todas as pessoas, sempre e em toda ocasião oportuna se atribuiu o título de Rei e publicamente confirmou que é Rei, e solenemente declarou que lhe foi dado todo poder no céu e na terra.
Mas, além disso, que coisa haverá para nós mais doce e suave que o pensamento de que Cristo impera sobre nós, não só por direito de natureza, mas também por direito de conquista, adquirido a custo da redenção? Tomara que todos os homens, bastante esquecidos, recordassem quanto custamos ao nosso Salvador, já que com seu precioso sangue, como Cordeiro Imaculado e sem mancha, fomos redimidos do pecado. Não somos, pois, já nossos, posto que Cristo nos comprou por grande preço; até nossos próprios corpos são membros de Jesus Cristo.

sábado, 9 de novembro de 2013

SOBRE O NATAL....




Universal, abrangente, calorosa ­ assim é a festa de Natal, que envolve a todos. 
Uma das mais coloridas celebrações da humanidade, é uma grande festa da cristandade, da civilização surgida do cristianismo no Ocidente. 
Época em que toda a fantasia é permitida. Não há quem consiga ignorar a data por mais que conteste a importação norte-americana nos simbolismos: neve, Papai Noel vestido com roupa de lã e botas, castanhas, trenós, renas. 



Até os anti-natalinos acabam em concessões, um presentinho aqui, outro acolá. Uma estrelinha de belém na porta de casa, uma luzinha, um mimo para marcar a celebração da vida, que é o autêntico sentido da festa. Independente do consumismo, tão marcante, o Natal mantém símbolos sagrados do dom, do mistério e da gratuidade. 





Na origem, as comemorações festivas do ciclo natalino vêm da distante Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte. A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.
A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção. 





Conta a lenda que São Francisco de Assis, querendo comemorar de maneira condigna o nascimento de Jesus, no ano de 1223, entendeu de fazer uma representação do maior acontecimento da Cristandade. Obteve licença do Papa e fez transportar para uma gruta um boi, um jumento e uma manjedoura, colocando o menino Jesus sobre a palha, ladeado pelas imagens de Nossa senhora e São José. 
Dentro dessa gruta, celebrou uma missa, assistida por um grande número de frades e camponesas das redondezas. Durante o sermão, pronunciou as palavras do Evangelho: "colocou-o num presépio, apareceu-lhe nos braços um menino todo iluminado", e a partir daí, a representação dos presépios tornou-se comum e espalhou-se por todo o mundo.




Simbologia

Desde a sua origem, o Natal é carregado de magia. Gritos, cantigas, forma rudimentar do culto, um rito de cunho teatral, o drama litúrgico ou religioso medieval ganha modificações no decorrer dos séculos. Dos templos, a teatralização ganha praças, largos, ruas e vielas, carros ambulantes, autos sacramentais e natalinos. Os dignatários da Igreja promoviam espetáculos. Na evolução da história está a compreensão de todos os símbolos de Natal.



Árvore - Representa a vida renovada, o nascimento de Jesus. O pinheiro foi escolhido por suas folhas sempre verdes, cheias de vida. Essa tradição surgiu na Alemanha, no século 16. As famílias germânicas enfeitavam suas árvores com papel colorido, frutas e doces. Somente no século 19, com a vinda dos imigrantes à América, é que o costume espalhou-se pelo mundo.

Presentes - Simbolizam as ofertas dos três reis magos. Hábito anterior ao nascimento de Cristo. Os romanos celebrava a Saturnália em 17 de dezembro com troca de presentes. O Ano Novo romano tinha distribuição de mimos para crianças pobres.





Velas - Representam a boa vontade. No passado europeu, apareciam nas janelas, indicando que os moradores estavam receptivos.




Estrela - No topo do pinheiro, representa a esperança dos reis-magos em encontrar o filho de Deus. A estrela guia os orientou até
o estábulo onde nasceu Jesus.


 


Cartões - Surgiram na Inglaterra em 1843, criados por John C. Horsley que o deu a Henry Cole, amigo que sugeriu fazer cartas rápidas para felicitar conjuntamente os familiares.







Comidas típicas - O simbolismo que o alimento farto tem na mesa, vem das sociedades antigas que passavam fome e encontravam na carne, o mais importante prato, uma forma de reverenciar a Deus.





Presépio - Reproduz o nascimento de Jesus. O primeiro a armar um presépio foi São Francisco do Assis, em 1223. As ordens religiosas se incumbiram de divulgar o presépio, a aristocracia investiu em montagens grandiosas e o povo assumiu a tarefa de continuar com o
ritual. 





O Ciclo Natalino 
* Rúbia Lóssio

O ciclo natalino inicia-se na véspera do Natal, 24 de dezembro, 
e vai até o dia de Reis, 6 de janeiro. 


Para acompanhar esse período, é preciso manter a ingenuidade 
de uma criancinha, a esperança de um amanhecer ensolarado, 
a ternura de um botão de rosas e a leveza 
de uma linda borboleta no ar. 
A emoção do povo é revelada nos folguedos natalinos 
através de sua ação dramática. 
Temos vários folguedos natalinos, como o pastoril, 
o bumba-meu-boi, a cavalhada, a chegança, 
que fazem referências à Noite de Festas e ao grande dia 
em que Jesus nasceu. 
Desses folguedos, o mais tipicamente natalino é o pastoril religioso, que tem em sua essência a temática da visitação dos pastores 
ao estábulo de Belém onde Jesus nasceu. 




* Rúbia Lóssio é vinculada ao Centro de Estudos Folclóricos Mário Souto Maior e mestre pelo Curso de Mestrado em Administração Rural e Comunicação Rural da UFRPE
http://www.arteducacao.pro.br/homenagem/Natal/natal.htm





segunda-feira, 28 de outubro de 2013

ATIVIDADES-TODOS OS SANTOS e FINADOS

Hoje, mais do que nunca, devemos falar de santidade 
para nossas crianças. Achei ótimas estas atividades 
que encontrei em blogs de catequistas(veja as referências) 
porque situam bem a vida de santidade
dentro do ensinamento de Jesus.No dia de finados transmitimos a esperança de felicidade na vida eterna e os verdadeiros valores que devemos cultivar nesta vida terrena.

















"Desta vida só levamos o bem que fizemos...e o mal também."



Se você não conseguir imprimir eu te envio por email:
marisa.afn@gmail.com

http://elvuelodevolvoreta.blogspot.com.br/2013/02/dibujos-de-fano-os-hare-pescadores-de.html