terça-feira, 9 de abril de 2013

PRECE A CRISTO RESSUSCITADO


Jesus Cristo Ressuscitado,

que rompes as cadeias da morte
e estás acima das categorias do tempo e espaço,
ensina-nos que morrer não é o fim,
mas passagem para a vida eterna.

Aumenta nossa fé, 
fortalece nossa esperança
e incentiva-nos à pratica da caridade.






Tu, que aos apóstolos reunidos no cenáculo
ofereces o dom da paz, 
vem visitar nossos lares,
afasta de nós todo o tipo de vícios,
falta de respeito e violência,
e ajuda-nos a manter um clima
de compreensão e diálogo renovador.


Abençoa, Senhor Jesus,
as famílias do mundo inteiro.


Cuida de nossas crianças 
e de nossos jovens,
move os governantes a defender os interesses do povo,
criando mais empregos 
e melhores condições
de saúde e segurança.




Que todos nós,
seguidores do Cristo Ressuscitado,

possamos unir nossas forças e inteligência
para a construção de uma sociedade mais fraterna,
em que todos vivam como irmãos e amigos.



Acolhe nossa prece, ó Cristo Ressuscitado,

Tu que vives com o Pai na unidade do Espirito Santo. 

Amém!


Adaptado de:

PÁSCOA:"O Senhor venceu o pecado e a morte!"


 ...DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO


É sempre bom lembrarmos que a Páscoa cristã teve a sua origem no judaísmo: ainda é uma festa celebrada solenemente pelos judeus, comemorando a passagem deste povo pelo Mar Vermelho, deixando atrás de si séculos de escravidão.






A dramática noite de saída das terras do Egito em direção à Terra Prometida é celebrada até hoje pelo povo da Antiga Aliança.



Nosso Senhor Jesus Cristo celebrou muitas vezes esta Festa judaica. Sua última e derradeira Páscoa,

Ele a quis celebrar com seus Apóstolos, no Cenáculo.







Foi exatamente nesta celebração, que deixou-nos instituída a Sagrada Eucaristia, alimento especial, Maná da vida eterna.



Portanto, a Páscoa cristã enraíza-se naquela 
que os judeus celebravam, no sentido de ter nela 
uma imagem de sua realidade: 
nós cristãos,na Páscoa, celebramos a passagem de Jesus Cristo, 
Nosso Senhor, da morte para a vida, 
ou seja, a vitória definitiva da 
Graça de Deus sobre o pecado. 




As trevas do pecado são destruídas pela luminosa Luz que é o Cristo Ressuscitado. “Com sua morte, Ele destruiu a morte e com Sua Ressurreição, deu-nos a vida”.









Assim, a celebração pascal e o decorrente tempo pascal são vividos com profunda alegria.
A mensagem que a Igreja proclama nestes dias é a mensagem da alegria, da esperança: 











O Senhor venceu o pecado e a morte.
Exultemos de alegria!
Cristo ressuscitou!









Pelo Batismo, cada um de nós começa a ter participação neste processo salvífico de passagem da morte para a vida definitiva. 
Nas águas batismais, encontramos a fonte da regeneração 
para a vida eterna.




Aí, recebemos um novo destino: 
a felicidade eterna 
com Deus, no céu. 

 Esta graça deve-se à entrega generosa de Cristo na cruz 
e à sua vitória sobre o pecado e a morte.





Esta é a grande notícia que a Igreja proclama na Páscoa:
Cristo está vivo!





Como nos diz São Paulo, na Carta aos Coríntios: “Ele apareceu para mais de quinhentos irmãos”. 








É o testemunho de São Paulo, que hoje se faz atual, e que produz esta alegria tão grande entre nós.
Este testemunho ainda tão vivo, no passado, levou muitos de nossos primeiros irmãos na fé a anunciarem o Evangelho de Cristo em um mundo pagão.

Hoje somos nós os que somos chamados a anunciar com nossa vida, com nosso amor a Cristo, com nossa participação na Igreja de Cristo esta alegre notícia pascal.
Nosso Senhor garantiu isto à sua Igreja: 
“Eis que estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”.






Cristo venceu a morte. 
Ele está vivo no meio de nós!!!




Adaptado de:

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

"Se eu não tiver caridade, não sou nada"- 1 Cor 13

1Cor, capítulo 13 





1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.

2 Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.
3 Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!
4 A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante.
5 Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor.
6 Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade.
7 Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará.
9 A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita.
10 Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá.
11 Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança.
12 Hoje vemos como por um espelho, confusamente, mas então veremos face a face. Hoje conheço em parte, mas então conhecerei totalmente, como eu sou conhecido.
13 Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade.

O mundo precisa, mais do que nunca, destas santas Palavras!!!

Clique no número de algum versículo e ouça a pregação sobre Amor e Caridade!


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Legado de Bento XVI


Bento XVI nos deixou um legado imenso, rico e indispensável:

1 – Não teve medo de enfrentar a “ditadura do relativismo”, que nega a verdade e ensina que cada um faz a sua, destrói a família e a sociedade. O Papa é o paladino e arauto da verdade que salva (cf. Catecismo §851).

2 – Deixou-nos três encíclicas fundamentais: Deus caritas est, Spes salvi e Caritas in veritate, que precisam ser estudadas detalhadamente. Proferiu muitas homilias, discursos, catequeses, visitas apostólicas, viagens internacionais, encíclicas, cartas, motu próprios, etc., de imenso valor.

3 – Abriu um diálogo profundo com os intelectuais, especialmente os ateus, com o Programa “Pátio dos Gentios”, levando o debate com os ateus nas maiores universidades do mundo, buscando quebrar a mentira de que entre a ciência e a fé há uma dicotomia.
4 – Deixou-nos uma quantidade imensa de excelentes livros, especialmente a série Jesus de Nazaré, escrita durante o pontificado.

5 – Enfrentou sem medo e sem meias palavras a herética teologia da libertação marxista, não tendo receio de pedir aos bispos do Brasil, em 05/10/2010, que a eliminem em suas dioceses tendo em vista o seu grande perigo a Igreja e para a fé do povo. Disse o Papa: “As suas sequelas mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas.”

6 – Não teve medo de enfrentar as acusações de recebeu de ter sido omisso diante dos casos de pedofilia, agindo com energia para corrigir o problema. Não se curvou diante de tantas blasfêmias contra ele, como a famigerada peça de teatro da PUC de São Paulo (Decapitando o Papa).

7 – Durante 25 anos como Prefeito da Congregação da Fé do Vaticano, enfrentou as heresias e os hereges de nosso tempo, tendo de sofrer as criticas e ofensas desses hereges apoiados pela mídia secular.

8 – Não se curvou diante de um feminismo vazio, interno à Igreja, e de um modernismo que quis lhe impor a quebra do celibato sacerdotal, a aceitação da ordenação de mulheres e outro erros.

9 – Tal como um novo São Bento de Núrcia, deu início ao reerguimento do Ocidente.

10 – Soube sabiamente interpretar e defender o Concílio Vaticano II dos ataques que recebeu tanto dos ultraconservadores como dos abusos dos ultramodernos.

Prof.Felipe Aquino


Posted: 14 Feb 2013 11:30 AM PST

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A CARTA DE RENÚNCIA DO PAPA BENTO XVI



Bento XVI esteve no Brasil em 2007, quando rezou missa em Aparecida

O Papa Bento XVI surpreendeu o mundo ao anunciar, nesta segunda-feira (11), a sua renúncia ao pontificado por causa da idade avançada e por questões de saúde física. Ele deverá deixar o Vaticano em 28 de fevereiro. O pontífice completa 86 anos em abril.

O comunicado foi feito em latim durante uma assembleia de cardeais em que um processo de três canonizações era discutido. No seu pronunciamento, o papa afirmou “não ter mais forças” para continuar exercendo a função. “Após ter examinado perante Deus reiteradamente minha consciência, cheguei à certeza de que, pela idade avançada, já não tenho forças para exercer adequadamente o ministério petrino”, afirmou Bento XVI.

Esta é a quarta vez que um papa da Igreja Católica renuncia ao cargo. A primeira vez aconteceu em 325, quando Ponciano e outros líderes da Igreja foram forçados a se exilar pelo imperador Máximo Trácio. Depois, em 1294, Celestino V abdicou do pontificado antes de ser consagrado pois não se sentia preparado para comandar a Igreja. O cargo fica vago até a realização de uma nova eleição, e este período chama-se Sé Vacante. Após Celestino V, Gregório XII renunciou em 1415 após oito anos como papa. Na época, a Igreja tinha outros papas, classificados como “antipapas”.

Segundo o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, o posto deve ser novamente ocupado “o mais rápido possível” e até a Páscoa. Bento XVI tinha uma visita prevista para o Brasil em junho, quando participaria da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro. Em entrevista dada no ano passado, Bento XVI já afirmava que o Vaticano estaria representado no encontro no Rio ou por seu sucessor.

Bento XVI visitou o Brasil pela primeira vez como papa em maio de 2007, quando participou da Quinta Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e Caribenho. O encontro ocorreu no Santuário de Aparecida, em São Paulo. Ele também rezou uma missa no Estádio do Pacaembu para 35 mil pessoas.

Íntegra da carta lida pelo papa no dia 11 de fevereiro de 2013

“Queridísimos irmãos, Convoquei-os a este Consistório, não só para as três causas de canonização, mas também para comunicar-vos uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Após ter examinado perante Deus reiteradamente minha consciência, cheguei à certeza de que, pela idade avançada, já não tenho forças para exercer adequadamente o ministério petrino.

Sou muito consciente que este ministério, por sua natureza espiritual, deve ser realizado não unicamente com obras e palavras, mas também e em não menor grau sofrendo e rezando. No entanto, no mundo de hoje, sujeito a rápidas transformações e sacudido por questões de grande relevo para a vida da fé, para conduzir a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor tanto do corpo como do espírito, vigor que, nos últimos meses, diminuiu em mim de tal forma que eis de reconhecer minha incapacidade para exercer bem o ministério que me foi encomendado.

Por isso, sendo muito consciente da seriedade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao Ministério de Bispo de Roma, sucessor de São Pedro, que me foi confiado por meio dos Cardeais em 19 de abril de 2005, de modo que, desde 28 de fevereiro de 2013, às 20 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro ficará vaga e deverá ser convocado, por meio de quem tem competências, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice. Queridíssimos irmãos, lhes dou as graças de coração por todo o amor e o trabalho com que levastes junto a mim o peso de meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos."


Agora, confiamos à Igreja o cuidado de seu Sumo Pastor, Nosso Senhor Jesus Cristo, e suplicamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista com sua materna bondade os Cardeais a escolherem o novo Sumo Pontífice. Quanto ao que diz respeito a mim, também no futuro, gostaria de servir de todo coração à Santa Igreja de Deus com uma vida dedicada à oração”.


http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/a-carta-de-renuncia-do-papa-bento-xvi/(Valter Campanato/ABr)

Querido Papa Bento XVI, Conte com nossas orações e a nossa profunda gratidão!