segunda-feira, 28 de outubro de 2013

ATIVIDADES-TODOS OS SANTOS e FINADOS

Hoje, mais do que nunca, devemos falar de santidade 
para nossas crianças. Achei ótimas estas atividades 
que encontrei em blogs de catequistas(veja as referências) 
porque situam bem a vida de santidade
dentro do ensinamento de Jesus.No dia de finados transmitimos a esperança de felicidade na vida eterna e os verdadeiros valores que devemos cultivar nesta vida terrena.

















"Desta vida só levamos o bem que fizemos...e o mal também."



Se você não conseguir imprimir eu te envio por email:
marisa.afn@gmail.com

http://elvuelodevolvoreta.blogspot.com.br/2013/02/dibujos-de-fano-os-hare-pescadores-de.html

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

FINADOS- “Não morro, entro na vida”- Sta Terezinha






O dia de finados, é dia de reflexão, de saudade e de esperança.

A morte é ainda assunto-tabu, recalcado, silenciado. 






Preferimos viver como se a morte não existisse. 
Mas, na sociedade atual a morte é também trivializada 
com as guerras, calamidades, eutanásia, aborto, 
acidentes com auxílio da mídia. 
Há os que preferem fazer da morte uma experiência soft, 
é a “morte-soft”, relegada aos hospitais, funerárias e religiões. 
Aí a morte é maquiada, relativizada pelas instituições, 
chamada também de “morte digna”.
Muitos de nós vivemos uma “vida inautêntica”, 
uma existência falsa porque não nos permitimos 
refletir e aceitar a morte.



A dura realidade é que a morte faz parte da vida, é o fim do curso vital, 
é uma invenção da própria 
vida em sua evolução. 
Morrer é uma experiência profundamente humana. 






















Aliás, é a morte que confere um certo gosto e encanto à vida, pois se tudo fosse indefinidamente repetível, a vida se tornaria indiferente, insossa e até desesperadora. 
E então, a morte é um bem, uma manifestação 
da sabedoria do Criador. 

“Nada mais horrível que um eterno-retorno” (Sto Agostinho). 

Vemos assim que a morte não se opõe à vida, mas ao nascimento. 
A vida humana será sempre uma “vida mortal”, 
só na eternidade teremos uma “vida vital”.




Para os que creem na eternidade, a morte é porta de entrada da vida, o acesso a uma realidade superior, a posse da plenitude. 
Assim a morte é um ganho, verdadeira libertação, uma bênção que livra a vida do tédio. 



Porém, do ponto de vista racional ou filosófico, a morte repugna. 
Budha escreveu: “O homem comum pensa com indiferença na morte de um estranho, com tristeza na morte de um parente e com horror na própria morte”. 


Outro pensador, Epiteto, disse: “Quando morre o filho 
ou a mulher do próximo, todos dizem: é a lei da humanidade. 
Mas, quando morre o próprio filho ou a própria mulher, 
o que se ouve são gemidos, gritos e lágrimas”.


A ressurreição de Jesus trouxe uma revolução em relação à morte, 
transformou o “poente em nascente”, 
Cristo “matou a morte”. 
Bem escreveu o poeta Turoldo: 
“morrer é sentir quanto é forte 
o abraço de Deus”. 


O fim transforma-se em começo e acontece 
um segundo nascimento, a ressurreição.
“Então, descansaremos e veremos. 
Veremos e amaremos. Amaremos e louvaremos. 
Eis o que haverá no Fim que não terá fim” (Sto Agostinho). 
A fé nos garante que a morte não é uma aniquilação da vida, 
mas uma transformação. 
O homem vive para além da morte. 
Não precisa reencarnar. 
Creio na ressurreição da carne e no mundo que há de vir. 
A morte será então a maior festa da vida porque com ela 
dá-se o início da plena realização da pessoa humana. 
Habitaremos com Deus com um corpo incorruptível, 
espiritual e glorioso. 


Com Santa Terezinha, todo cristão pode dizer: 

“Não morro, entro na vida”. 
A morte não é apenas um fim, ela é também e principalmente um começo. 
É o início do dia sem ocaso, da eternidade, 
da plenitude da vida. 
A vida é imortal espiritualmente falando. 



Na morte chegamos a ser plenamente 
“ Teu rosto Senhor é nossa pátria definitiva”. 
No céu veremos, amaremos, louvaremos, diz Santo Agostinho. 

A participação na vida divina faz brotar 
em nossos corações, assombro e gratidão. 



Sem fé, porém a morte é absurdo, inimigo, derrota, ameaça, humilhação, tragédia, vazio, nada. 
Na fé, a morte é irmã, é condição para mais vida, é coroamento e consumação; 
é revelação e glória do bem.




Por fim, a morte tem um valor educativo: 
ensina o desapego da propriedade privada, 
iguala e nivela todas as classes sociais, 
relativiza a ambição e ganância, 
ensina a fraternidade universal na fragilidade da vida, 
convida à procriação para eternizar a vida biológica, 
rompe o apego a circuito fechado entre as pessoas 
mesmo no matrimônio, 
leva ao supremo conhecimento de si 
e oportuniza a decisão máxima 
e a opção fundamental da pessoa. 


Para morrer bem, é preciso viver fazendo o bem: 
“levaremos a vida que levamos”. 
O bem é o passaporte para a eternidade feliz 
e o irmão que ajudamos será o avalista de nossa glória no céu: 

“Vinde benditos !”



Dom Girônimo Zanandréa

http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/finados/18.htm

sábado, 21 de setembro de 2013

ÁRVORE- guardiã da natureza


A Mãe natureza é perfeita.

Deu-nos uma guardiã infalível 
e ao mesmo tempo tão frágil.



Sem ela as nascentes secam.
Os homens 
e os animais não tem alimento, nem um lugar de refúgio.


A cadeia alimentar de todo ser vivo simplesmente morre.
Tudo morre.
Vira pó.







Por isso e muito mais amo as árvores:


com suas folhas de diversas formas 
e tons.
 Amo as árvores 
com suas flores 
e frutos,


mas amo também aquelas, 
feínhas e mirradinhas, 
que parecem não ter 
utilidade nenhuma 
e que, ao pousar um passarinho, 


que deixou cair ali uma ou outra sementinha, 
que vai crescer rapidinho, 
sob a proteção maternal daquela árvore 
feínha e mirradinha
que parecia para nada servir,
para o ciclo recomeçar.
Obrigada meu Deus, 
pela diversidade da natureza 
que o Senhor nos deu e, 
por favor, eu te peço, 

bota muito juízo 
na cabeça daqueles 
que ainda não viram 
na natureza tão bela
a própria mão do Senhor!



quinta-feira, 19 de setembro de 2013

BÍBLIA- Palavra de Deus




A Igreja Católica conta com 46 livros no seu cânone do Antigo Testamento, 39 protocanônicos e 7 deuterocanônicos, chamados assim porque os primeiros foram aceitos no cânone sem grande discussão ou mesmo sem discussão alguma, enquanto que os demais (Eclesiástico, Baruc, Tobias, Judite, Sabedoria, 1º e 2º Macabeus e algumas partes de Éster e Daniel) foram aceitos definitivamente só depois de vários séculos de hesitação por alguns padres da Igreja, (como também de São Jerônimo); as Igrejas da Reforma os chamam "apócrifos". São 27 os livros do Novo Testamento. Total: 73.

A Palavra de Deus é o alimento do cristão. Uma vez feita a opção de ser filho de Deus pelo batismo, o cristão deverá ter consciência da sua condição e buscar o alimento para qualificar sua vida. Cristo Jesus, ao início da pregação do evangelho, diante do tentador que lhe dizia de converter as pedras em pães, respondeu: "Está escrito: Não só de pão é que se vive, mas de toda palavra que sai da boca de Deus" (Lucas 4, 3-4).

Não se é cristão se não se ouve a Palavra de Deus e, se ouvida, não é posta em prática. A vida humana tem valor inestimável não só na eternidade destinada à visão de Deus, mas já no tempo presente por ser motivo da encarnação do Filho de Deus, o que demonstra o amor de Deus por nós. O valor pessoal da vida humana somente é alcançado quando se ama o próximo como Deus fez conosco.

Ser discípulo de Jesus é tornar-se ouvinte e praticante da sua Palavra.





Daí a necessidade de grande atenção à catequese para adquirir a familiaridade com os livros das Escrituras Sagradas e com a exposição sistemática da doutrina e norma de vida nelas contidas.

A iniciação à Palavra de Deus começa dentro da família, alarga-se na comunidade cristã e nos estudos pessoais, não somente em momentos importantes da vida, mas continuamente nas condições mais diferenciadas para confronto, renovação e aperfeiçoamento da vida cristã.

Uma conseqüência necessária é que a catequese não seja destinada somente à criança, mas deve ser permanente. Todos nós precisamos conhecer sempre mais os conteúdos da Palavra de Deus em catequese sistemática, bem como o ensinamento permanente do magistério da Igreja, depositário da missão própria recebida de Cristo Jesus.

Ninguém ama o que desconhece. Os exegetas, os biblistas, os teólogos têm a missão de guardas cuidadosos do depósito da fé. Os catequistas são os profetas de Deus, falam em nome de Deus que assim continua a se dirigir a seus filhos. Devem os catequistas ser fiéis à doutrina de Cristo recebida por meio dos apóstolos que chega até nós por seus sucessores na Igreja. São descabidas interpretações pessoais da Palavra revelada.




Jesus é o verdadeiro exegeta que interpreta a vontade do Pai. "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça", diz Jesus (Lucas 8, ). Devemos pedir, com o salmista no Salmo 118,18: "Tira-me os véus dos olhos e contemplarei as maravilhas de tua Lei".

"Alimentar-se da Palavra para sermos "servos da Palavra" no trabalho da evangelização: tal é, sem dúvida, uma prioridade da Igreja ao início do novo milênio. Deixou de existir, mesmo nos países de antiga evangelização, a situação de "sociedade cristã" que não obstante as muitas fraquezas que sempre caracterizaram tudo o que é humano, tinha explicitamente como ponto de referência os valores evangélicos" (João Paulo II, Início do Novo Milênio).

A Palavra de Deus revelada aos seres humanos é o tesouro do coração de Deus que é todo Amor para se comunicar aos seres humanos e com eles formar um pacto de amor. Deus revela ao homem o próprio homem, a sua dignidade, a sua destinação. O tesouro do nosso coração, que há de preencher todos os nossos anseios, somente Deus pode realizá-lo. O nosso coração permanece inquieto até que repouse em Deus.

Que este mês da Bíblia nos ajude a tomar consciência da riqueza e necessidade de aprofundar nosso contato e vivência da Palavra de Deus. Assim poderemos dar razão da nossa fé e esperança em Cristo Jesus. 


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Para o meu Pai

MEU PAI,



É aquele que vi trabalhar até a exaustão para não faltar 
o necessário para a família; 
aquele que nunca estava cansado demais para nos levar 
à Igreja para que não nos faltasse o essencial: 
a nossa fé em Deus; 
é aquele que nunca estava ocupado demais 
para não parar um instantinho e fazer boizinhos 
com mangas verdes caídas  do pé; é aquele que soube
sair do "tempo antigo" e curtir junto conosco 
o som de violão ou "sonata" dos meus amigos; 
é aquele que amou a minha mãe e nunca disse:
 "não dá mais! vamos dar um tempo!"; 
meu pai é um homem comum e com pouca instrução 
mas que soube nos ensinar valores 
que nenhum tesouro deste mundo pode pagar: 
o valor do amor à Deus e ao próximo como a nós mesmos! 


Obrigada meu Deus por nos ter dado por pai o Orlando 
e que conserva conosco com seus 83 anos de vida,





este teu filho amado por ti e por seus seis filhos! 

Nós te amamos Pai! 

Obrigada por tudo.

Feliz dia dos Pais!!!!